quinta-feira, 12 de setembro de 2013

REFLEXÃO - SEMANA DA PÁTRIA

Textos enviados pela Profª Gildete para uma reflexão mais aprofundada sobre a Semana da Pátria


Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)
Estamos por iniciar os festejos da Semana da Pátria comemorativos aos 191 anos de proclamação da independência, quando o Brasil deixou de ser colônia de Portugal. O hino da Independência proclama: “já podeis da Pátria filhos, ver contente a Mãe gentil; já raiou a liberdade no horizonte do Brasil”.
O desejo de liberdade está inerente nas pessoas, sendo que ninguém gosta de viver subjugado como escravo. Na carta aos Gálatas (capítulo 5), São Paulo diz que nós fomos chamados para a liberdade, e é “para sermos verdadeiramente livres que Cristo nos libertou”. E faz um alerta: “Permanecei firmes e não vos deixeis sujeitar de novo ao jugo da escravidão”.
Ao conquistar a independência dos laços de Portugal, o Brasil teve muitas dificuldades para não voltar ao domínio de outros países. Aliás, em muitos momentos e em muitas coisas ele foi subjugado pelas potências da América do Norte e da Europa. E ainda hoje se depara com a humilhante situação de ver filhos seus prestarem reverência a estes países em detrimento do amor filial com a “Mãe gentil, Pátria amada, Brasil”.
A Semana da Pátria de 2013 vai repercutir as manifestações populares que aconteceram no mês de julho em muitas cidades brasileiras, quando milhares de jovens foram para as ruas protestar contra a corrupção na política e pedir investimentos nas áreas sociais. Atenta a estas manifestações, a Cáritas Nacional, junto com outras entidades, conclama para o 19° Grito dos Excluídos a partir do tema: “Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular”.
A Semana da Pátria também vai ser marcada pelas reflexões da 5ª Semana Social Brasileira (5ª SSB), que coloca no centro do debate o tema do Estado – Estado para quê e para quem? Se para nosso orgulho o Brasil é hoje a 8ª economia do mundo em base ao Produto Interno Bruto, lamentamos o fato de esta riqueza não se transferir “para a educação, saúde, saneamento básico, segurança pública, infra-estrutura, enfim para fatores que elevem o Bem Viver da sociedade em geral” (Comitê RS da 5ª SSB). Para mudar essa situação, é preciso que o povo participe no processo de democratização do Estado Brasileiro, objetivando o Bem Viver como “caminho para uma nova sociedade com um novo Estado”. Lembrando as palavras do Papa Francisco aos moradores da comunidade de Varginha, no Rio de Janeiro: “A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados”.
Que as comemorações da Semana da Pátria de 2013 ajudem a firmar o amor à Mãe gentil que é a nossa Pátria. Que crianças, jovens e adultos se sintam acolhidos por esta mãe, e que todos se sintam conclamados a fazer do Brasil um país bom de se viver. Um país de cidadãos livres, bem alimentados e bem educados, “com garantia de todos os direitos e direitos para todos”. Que Deus, através da Mãe Aparecida, abençoe o povo brasileiro e abençoe a nossa Pátria!

O que é
O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos:
·         Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;
·         Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;
·         Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.
O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.
As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.
Para iniciarmos a apresentação, se faz necessário dizer o que é o Grito dos Excluídos
O Grito dos Excluídos é uma iniciativa que se compõe de uma série de eventos e mobilizações que se realizam ao redor da Semana da Pátria, ou seja, de 01 a 06 finalizando-se no dia 07 de setembro, ou um pouco antes, isso depende da realidade local. Não se trata exatamente de um movimento, uma campanha ou uma organização, mas de um espaço de convergência em que vários atores sociais que se juntam para protestar e propor caminhos novos. As principais manifestações ocorrem no Dia da Independência, pois seu eixo fundamental gira em torno da soberania nacional. O objetivo é transformar uma participação passiva, nas comemorações dessa data, em uma cidadania consciente e ativa por parte da população.
Mensagem  Fernando em Ter Mar 22, 2011 10:55 am
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PIB do 2º tri deixa Brasil na frente em ranking de 13 países, diz IBG


O avanço de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro na comparação entre o segundo trimestre e os três primeiros meses do ano, divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), colocou o Brasil na liderança de um ranking de avanço da economia de 13 países e blocos econômicos que já informaram suas taxas de crescimento para o período.
Depois do Brasil ficaram a Coreia do Sul e Portugal, com avanço de 1,1%; seguidos por Alemanha, com 0,7%; Reino Unido, Japão e Estados Unidos, com 0,6%; França com 0,5%; e União Europeia, com 0,3%, sempre na comparação do segundo trimestre com os três meses imediatamente anteriores.
Com taxa negativa ficaram a Espanha, com -0,1%; Holanda e Itália, com -0,2%; e México, com -0,7%.
Em termos de PIB per capita, em paridade de poder de compra relativa a 2012, a liderança da lista ficou com os Estados Unidos, com US$ 49,8 mil, seguido por Holanda, com US$ 42,3 mil e Alemanha, com US$ 39,1 mil. Brasil, com US$ 12,1 mil, fica em último nesse tipo de comparação.

Brasil é 18º em índice mundial de progresso social, diz pesquisa

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