terça-feira, 7 de abril de 2015

A Revolução Francesa

Pode se dizer que a Revolução Francesa teve relevante papel nas bases da sociedade de uma época, além de ter sido um marco divisório da história dando início à idade contemporânea.
Foi um acontecimento tão importante que seus ideais influenciaram vários movimentos ao redor do mundo, dentre eles, a nossa Inconfidência Mineira.
Esse movimento teve a participação de vários grupos sociais: pobres, desempregados, pequenos comerciantes, camponeses (estes, tinham que pagar tributos à nobreza e ao clero).
revolucao francesaEm 1789, a população da França era a maior do mundo, e era dividida em três estados: clero (1º estado), nobreza (2º estado) e povo (3º estado).
Clero
  • Alto clero (bispos, abades e cônicos)
  • Baixo clero (sacerdotes pobres)
Nobreza
  • Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes)
  • Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior)
  • Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza e cargos políticos e administrativos)
Povo
  • Camponeses
  • Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes)
  • Média burguesia (profissionais liberais)
  • Pequena burguesia (artesãos e comerciantes)
  • Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados). Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias típicos da nobreza.
O clero e a nobreza tinham vários privilégios: não pagavam impostos, recebiam pensões do estado e podiam exercer cargos públicos.
O povo tinha que arcar com todas as despesas do 1º e 2º estado. Com o passar do tempo e influenciados pelos ideais do Iluminismo, o 3º estado começou a se revoltar e a lutar pela igualdade de todos perante a lei. Pretendiam combater, dentre outras coisas, o absolutismo monárquico e os privilégios da nobreza e do clero.
A economia francesa passava por uma crise, mais da metade da população trabalhava no campo, porém, vários fatores ( clima, secas e inundações), pioravam ainda mais a situação da agricultura fazendo com que os preços subissem, e nas cidades e no campo, a população sofria com a fome e a miséria.
Além da agricultura, a indústria têxtil também passava por dificuldades por causa da concorrência com os tecidos ingleses que chegavam do mercado interno francês. Como conseqüência, vários trabalhadores ficaram desempregados e a sociedade teve o seu número de famintos e marginalizados elevados.
Toda esta situação fazia com que a burguesia (ligada à manufatura e ao comércio) ficasse cada vez mais infeliz. A fim de contornar a crise, o Rei Luís XVI resolveu cobrar tributos ao povo (3º estado), em vez de fazer cobranças ao clero e a nobreza.
Sentindo que seus privilégios estavam ameaçados, o 1º e 2º estado se revoltaram e pressionaram o rei para convocar a Assembléia dos Estados Gerais que ajudaria a obrigar o povo a assumir os tributos.
OBS: A Assembléia dos Estados Gerais não se reunia há 175 anos. Era formada por integrantes dos três estados, porém, só era aceito um voto para cada estado, como clero e nobreza estavam sempre unidos, isso sempre somava dois votos contra um do povo.
Essa atitude prejudicou a nobreza que não tinha consciência do poder do povo e também porque as eleições para escolha dos deputados ocorreram em um momento favorável aos objetivos do 3º estado, já que este vivia na miséria e o momento atual do país era de crise econômica, fome e desemprego.
Em maio de 1789, após a reunião da Assembléia no palácio de Versalhes, surgiu o conflito entre os privilegiados (clero e nobreza) e o povo.
A nobreza e o clero, perceberam que o povo tinha mais deputados que os dois primeiros estados juntos, então, queria de qualquer jeito fazer valer o voto por ordem social. O povo (que levava vantagem) queria que o voto fosse individual.
Para que isso acontecesse, seria necessário uma alteração na constituição, mas a nobreza e o clero não concordavam com tal atitude. Esse impasse fez com que o 3º estado se revoltasse e saísse dos Estados Gerais.
Fora dos Estados Gerais, eles se reuniram e formaram a Assembléia Nacional Constituinte.
O rei Luís XVI tentou reagir, mas o povo permanecia unido, tomando conta das ruas. O slogan dos revolucionários era “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.
Em 14 de julho de 1789 os parisienses invadiram e tomaram a Bastilha (prisão) que representava o poder absoluto do rei, já que era lá que ficavam os inimigos políticos dele. Esse episódio ficou conhecido como "A queda da Bastilha".
O rei já não tinha mais como controlar a fúria popular e tomou algumas precauções para acalmar o povo que invadia, matava e tomava os bens da nobreza: o regime feudal sobre os camponeses foi abolido e os privilégios tributários do clero e da nobreza acabaram.
No dia 26 de agosto de 1789 a Assembléia Nacional Constituinte proclamou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, cujos principais pontos eram:
  • O respeito pela dignidade das pessoas
  • Liberdade e igualdade dos cidadãos perante a lei
  • Direito à propriedade individual
  • Direito de resistência à opressão política
  • Liberdade de pensamento e opinião
Em 1790, a Assembléia Constituinte reduziu o poder do clero confiscando diversas terras da Igreja e pôs o clero sob a autoridade do Estado. Essa medida foi feita através de um documento chamado “Constituição Civil do Clero”. Porém, o Papa não aceitou essa determinação.
Sobraram duas alternativas aos sacerdotes fiéis ao rei.
  1. Sair da França
  2. Lutar contra a revolução
Muitos concordaram com essa lei para poder permanecer no país, mas os insatisfeitos fugiram da França e no exterior decidiram se unir e formar um exército para reagir à revolução.
Em 1791, foi concluída a constituição feita pelos membros da Assembléia Constituinte.
Principais tópicos dessa constituição
  • Igualdade jurídica entre os indivíduos
  • Fim dos privilégios do clero e nobreza
  • Liberdade de produção e de comércio (sem a interferência do estado)
  • Proibição de greves
  • Liberdade de crença
  • Separação do estado da Igreja
  • Nacionalização dos bens do clero
  • Três poderes criados (Legislativo, Executivo e Judiciário)
O rei Luís XVI não aceitou a perda do poder e passou a conspirar contra a revolução, para isso contatava nobres emigrados e monarcas da Áustria e Prússia (que também se sentiam ameaçados). O objetivo dos contra-revolucionários era organizar um exército que invadisse a França e restabelecesse a monarquia absoluta (veja Absolutismo na França).
Em 1791, Luís XVI quis se unir aos contra-revolucionários e fugiu da França, mas foi reconhecido, capturado, preso e mantido sob vigilância.
Em 1792, o exército austro-prussiano invadiu a França, mas foi derrotado pelas tropas francesas na Batalha de Valmy. Essa vitória deu nova força aos revolucionários franceses e tal fato levou os líderes da burguesia decidir proclamar a República (22 de setembro de 1792).
Com a proclamação, a Assembléia Constituinte foi substituída pela Convenção Nacional que tinha como uma das missões elaborar uma nova constituição para a França.
Nessa época, as forças políticas que mais se destacavam eram as seguintes:
  • Girondinos: alta burguesia
  • Jacobinos: burguesia (pequena e média) e o proletariado de Paris. Eram radicais e defendiam os interesses do povo. Liderados por Robespierre e Saint-Just, pregavam a condenação à morte do rei.
  • Grupo da Planície: Apoiavam sempre quem estava no poder.
Mesmo com o apoio dos girondinos, Luís XVI foi julgado e guilhotinado em janeiro de 1793. A morte do rei trouxe uma série de problemas como revoltas internas e uma reorganização das forças absolutistas estrangeiras.
Foram criados o Comitê de Salvação Pública e o Tribunal Revolucionário (responsável pela morte na guilhotina de muitas pessoas que eram consideradas traidoras da causa revolucionária).
Esse período ficou conhecido como “Terror”, ou "Grande Medo", pois os não-jacobinos tinham medo de perder suas cabeças.
Começa uma ditadura jacobina, liderada por Robespierre. Durante seu governo, ele procurava equilibrar-se entre várias tendências políticas, umas mais identificadas com a alta burguesia e outras mais próximas das aspirações das camadas populares.
Robespierre conseguiu algumas realizações significativas, principalmente no setor militar: o exército francês conseguiu repelir o ataque de forças estrangeiras.
Durante o governo dele vigorou a nova Constituição da República (1793) que assegurava ao povo:
  • Direito ao voto
  • Direito de rebelião
  • Direito ao trabalho e a subsistência
  • Continha uma declaração de que o objetivo do governo era o bem comum e a felicidade de todos.
Quando as tensões decorrentes da ameaça estrangeira diminuiram, os girondinos e o grupo da planície uniram-se contra Robespierre que sem o apoio popular foi preso e guilhotinado em 1794.
Após a sua morte, a Convenção Nacional foi controlada por políticos que representavam os interesses da alta burguesia. Com nova orientação política, essa convenção decidiu elaborar outra constituição para a França.
A nova constituição estabelecia a continuidade do regime republicano que seria controlado pelo Diretório (1795 - 1799). Neste período houve várias tentativas para controlar o descontentamento popular e afirmar o controle político da burguesia sobre o país.
Durante este período, a França voltou a receber ameaças das nações absolutistas vizinhas agravando a situação.
Nessa época, Napoleão Bonaparte ganhou prestígio como militar e com o apoio da burguesia e do exército, provocou um golpe.
Em 10/11/1799, Napoleão dissolveu o diretório e estabeleceu um novo governo chamado Consulado. Esse episódio ficou conhecido como 18 Brumário.
Com isso ele consolidava as conquistas da burguesia dando um fim para a revolução.


fonte: www.infoescola.com



                            -Agnes Godoi 3°B  -Larissa Pariz 3°C -Cristiana Del Conte 3°C

Revolução Francesa

Revolução Francesa (1789-1799)

A Revolução Francesa foi um importante marco na Historia Moderna da nossa civilização. Significou o fim do sistema absolutista e dos privilégios da nobreza. O povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de forma a garantir seu domínio social. As bases de uma sociedade burguesa e capitalista  foram estabelecidas durante a revolução. Os ideais políticos (principalmente iluministas) presentes na França antes da Revolução Francesa também influenciaram a independência  de alguns países da América Espanhola e o movimento de Inconfidência Mineira no Brasil.

                                                      
Divisão social Francesa:





















                                                          Mariana Honório 3ºE Vinícius Maroz 3º D



Fonte: Info Escola

Revolução Industrial

Origem: Wikipédia


Revolução Industrial foi a transição para novos processos de manufatura no período entre 1760 a algum momento entre 1820 e 1840. Esta transformação incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor e o desenvolvimento das máquinas-ferramentas, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão. A revolução teve início na Inglaterra e em poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos.
A Revolução Industrial é um divisor de águas na história e quase todos os aspectos da vida cotidiana da época foram influenciados de alguma forma por esse processo. A população começou a experimentar um crescimento sustentado sem precedentes históricos, com uma boa renda média. Nas palavras de Robert E. Lucas Jr., ganhador do Prêmio Nobel: "Pela primeira vez na história o padrão de vida das pessoas comuns começou a se submeter a um crescimento sustentado ... Nada remotamente parecido com este comportamento econômico é mencionado por economistas clássicos, até mesmo como uma possibilidade teórica." (...)


 A Inglaterra foi pioneira na Revolução Industrial pois tinha grande reserva de Húlha (carvão mineral) e também por seu grande poder aquisitivo gerado pela burguesia. 
 Antes da revolução social as fábricas não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho, o salário era baixo, os funcionários eram praticamente explorados pela quantidade de trabalho que tinham a exercer e os direitos trabalhistas não existiam. Logo depois da revolução industrial surgiram também consequências sociais, com maior destaque o desemprego, os trabalhadores foram substituídos pela eficiência das máquinas. Mas ao longo do tempo podemos reparar nas conquistas trabalhistas, como aumento do salário, direitos adquiridos e o crescimento produtivo e lucrativo, porém como toda história tem seus dois lados, aqueles que foram vítimas do desemprego e que fazem parte da classe mais baixa da sociedade, ainda sofrem com a exclusão econômica.

Fonte de pesquisa:http://sociologiaisba.blogspot.com.br

  
Alunas: Danielle Mercurio  3º B, Tatiane Mercurio 3º C

A Estátua da Liberdade

  A Estátua da Liberdade, cujo nome oficial vem do francês "La liberté éclairant le monde", A Liberdade iluminando o mundo, um monumento inaugurado no dia 28 de outubro de 1886, construído na Ilha da Liberdade, na entrada do Porto de Nova Iorque.
  • A Estátua da Liberdade simboliza a aliança entre Estados Unidos e França e foi criação do político Edouard de Laboulaye. A "Senhora Liberdade" foi originalmente um presente dos franceses aos norte-americanos como comemoração pelo aniversário de 100 anos da Declaração de Independência  dos Estados Unidos da América. Porém, a estátua não ficou pronta nessa data, sendo entregue em Liberty City em 1886, 10 anos depois.
  • O escultor Frederic -  Auguste Bartholdi foi o encarregado pelo desenho da Estátua da Liberdade. O desenho original possuía um farol em forma de mulher egípcia vestida com uma toga segurando uma tocha para o Khedive do Egito, detalhe que não foi aprovado.
  • A estrutura de ferro foi desenhada pelo engenheiro francês Alexandre Gustave Eiffel, mundialmente conhecido por ser o criador e desenhista da Torre Eiffel em Paris.
  • No ano de 1984 a Estátua da Liberdade foi declarada pela UNESCO como Património da Humanidade.
  • A Estátua representa Libertas, a deusa romana da liberdade que em seus pés tem as correntes da opressão quebradas, simbolizando o fim da escravidão. No braço direito segura a tocha, e no braço esquerdo uma tábua na qual está a data do dia da Declaração de Independência dos Estados Unidos, 4 de Julho de 1776. Da coroa saem 7 pontas, cada uma representando um continente.  
  • A Estátua da Liberdade possui 93 metros de altura e pesa mais de 224 toneladas.   
                                                                                   
                                                                                             Gabriel Trindade - 2ºA 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

→ Revolução Inglesa ( em construção )


Revolução Inglesa ( esquema )


Rei → Defendia os interesses da Nobreza, enquanto
{
O que ocorreu neste período, decorrente desta divergência??
X
→ A Revolução Puritana (1640)
Parlamento → Defendia os interesses da Burguesia
→ A República de Cromwell

→ The “Bill of Rights”


→ Revolução Gloriosa (1688)





Tudo isso, resultou ao final, a …
O Rei reina,
←

Mas o Parlamento governa
→ Monarquia Parlamentar










Revolução Inglesa ( Desenvolvimento )

→Resumo:

Estamos no contexto de uma Inglaterra Absolutista ( O Rei no centro do poder, justificado pelo poder divino, sendo assim, incontestável e inquestionável ).

Mas antes...

...Vamos voltar um pouquinho antes na história para entendermos o porquê desta disputa de poder entre o Rei e o Parlamento





Revolução Francesa

No século XVIII a França sofria uma injustiça social na época do  Antigo Regime, é o evento que segundo alguns autores inaugura a chamada Idade Contemporânea.
A situação da França não era tão boa, pois o estado vigia o modelo do estado monárquico.
O rei Luís XVI, reúne os poderes legislativo,executivo e judiciário, os franceses então não eram cidadãos de um Estado Democrático Constitucional, como hoje é comum em todo o mundo ocidental, mas eram súditos do rei. O rei personificava o Estado.
 No Estado Absolutista havia três diferentes estados:   


Clero
Alto clero (bispos, abades e cônicos)
Baixo clero (sacerdotes pobres)


Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes)
Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior)
Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza e cargos políticos e administrativos)

Povo

Camponeses
Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes)
Média burguesia (profissionais liberais)
Pequena burguesia (artesãos e comerciantes)
Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados). Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias típicos da nobreza.

A Revolução Francesa: A Queda da Bastilha 

A situação não era nada agradável pois a população se manifestou  na rua com o objetivo de tirar o reinado de Luís XVI.
Início em A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
O lema dos revolucionários era "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", pois ele resumia muito bem os desejos do Terceiro Estado francês. Grande parte da nobreza deixou a França. 
Em 1763 o reinado de Luís e seus integrantes da monarquia foram guilhotinados.
 
A Monarquia Constitucional

 
Em 1791, após a elaboração da Carta Constitucional, a França tornou-se uma Monarquia Constitucional, dominada pela burguesia. Os principais pontos dessa constituição foram:

• Igualdade jurídica de todos os cidadãos franceses. (mantendo-se a escravidão nas colônias).

• Completa liberdade de produção e de comércio e proibição das greves dos trabalhadores.

• Liberdade de crença religiosa e a separação entre Estado e Religião.

• Divisão do Estado em três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. Nas eleições, foi instituído o voto censitário.

Os Partidos Políticos 
  • Girondinos: alta burguesia
  • Jacobinos: burguesia (pequena e média) e o proletariado de Paris. Eram radicais e defendiam os interesses do povo. Liderados por Robespierre e  
  • Saint-Just, pregavam a condenação à morte do rei.
  • Grupo da Planície: Apoiavam sempre quem estava no poder.

O Período do Terror
A execução do rei provocou revoltas internas e uma reorganização das forças absolutistas estrangeiras. Para enfrentar a ameaça, os jacobinos criaram uma série de órgãos encarregados da defesa da revolução. Entre esses órgãos, destacam-se:
  • Comitê de Salvação Pública – Responsável pelo controle do exército e da administração do país.
  • Tribunal Revolucionário – Encarregado de vigiar, prender e punir os traidores da causa revolucionária.
A burguesia no poder: O Diretório
Foi caracterizado pela supremacia girondina, que sofreu com ameaças dos países europeus, da oposição dos jacobinos, à esquerda, e dos realistas. Em 1796,o jornalista Graco Babeuf organizou a "Conspiração dos Iguais" pretendendo criar uma República igualitária, extinguindo a propriedade individual, mas foi preso e fuzilado. Do ponto de vista econômico, a França encontrava-se em estado calamitoso: inflação alta, portos e estradas destruídos, serviço público desorganizado e indústrias arruinadas.
No plano externo, formou-se a 2a. Coligação contra a França (Inglaterra, Áustria, Rússia, Sardenha, reino de Nápoles e Turquia). 0 Diretório passou a depender cada vez mais de seu exército, onde se desta cava um jovem e ambicioso general - Napoleão Bonaparte - já testado nas guerras do "governo revolucionário".
Mais tarde, os girondinos desfecharam um golpe contra o Diretório, com Bonaparte à frente, no chamado golpe do18 brumário. Seguiu-se a formação de uma nova forma de governo, o Consulado, constituído por três representantes, mas com o poder concentrado nas mãos de Napoleão.

 










    Aluna: Thais Hashimoto 3°B
 
 Fonte: http://www.coladaweb.com/historia/revolucao-francesahttp://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/revolucao-francesa.htmhttp://www.infoescola.com/historia/revolucao-francesa/

Símbolos da Páscoa.

FELIZ PÁSCOA!!!


Coelho da Páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova.


Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.


Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.


Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa.


Círio Pascal: é uma vela acesa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressurreição de Cristo.


Colomba pascal: criado na Itália, é um pão doce em formato de pomba. A pomba simboliza a paz de Cristo e também a presença do Espírito Santo.


Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).


Fonte: http://www.suapesquisa.com/pascoa/simbolos_pascoa.htm


Júlia Gomes 2ºA e Rudi Henrrique 2ºA

Iluminismo A Razão Em Busca Da Liberdade- continuação


Dentre as teorias formuladas pelos pensadores iluministas estão:
  • O liberalismo político e econômico(contra o absolutismo e o mercantilismo  com base sobretudo ,na não intervenção do Estado na economia, na divisão de poderes dentro do Estado e na formação de governos representativos;
  • A igualdade jurídica entre as pessoas (contra a desigualdade existente na sociedade estamental);
  • A tolerância religiosa ( contra o poder e o tradicionalismo da Igreja),pela qual as pessoas teriam liberdade para escolher e seguir a religião que fossem de seu desejo , sem a imposição do Estado.
  • A liberdade de expressão , a educação do povo etc.
   Os iluministas acreditavam que esses elementos eram essenciais para a edificação de uma sociedade mais justa e para a felicidade do ser humano.
    Essas idéias teriam grande impacto sobre intelectuais e políticos em diversos lugares do mundo. Por conta disso inspiraram revoluções que combateriam as estruturas do Antigo Regime como a Revolução Francesa e as insurgências das colônias europeias na América.
 Na Idade Média, conhecida como ''A Idade das trevas'' , os filósofos cansados de viver sobre o domínio da Igreja, criaram uma nova forma de pensar, O Iluminismo. Esse ideal pregava a separação da fé e a razão, de forma que eram rejeitados pela igreja. Um dos filósofos que teve grande repercussão foi John Locke, o pai do iluminismo. Locke condenou o absolutismo monarquico e o poder divino que os reis exerciam.




Fonte: Livro didático História Global 2 
Autor: Gilberto Cotrim.
A seguir: Jean Jacques Rousseau,Adam Smith.

Alunos:Isabela Oliveira 3°D   e Vinícius Maroz  3°D






Primeiras civilizações da america

Muito antes da chegada de Cristovão Colombo, a região já era habitada pelos povos Maia, Astecas e Incas que viviam na região meso-america.
As civilizações Maias desenvolveu-se na península de Iucatã, na região que hoje corresponde ao sul do México, Guatemala e Belize. A sociedade eram divididas em quatros camadas sociais: Nobres, Sacerdotes, Povo e Escravo. Os Nobres e Sacerdotes eram os superiores, nobres eram os chefes e os sacerdotes tinham o controle da região. O povo e os escravos ficam um pouco abaixo, trabalhando e se dedicando a agricultura e os escravos geralmente prisioneiros de guerra.

Arte e arquitetura: pirâmide da civilização Maia
 









 Os Incas formaram seu império dominando as várias civilizações que habitavam a região dosAndes, na América do Sul. Compreendia os atuais territórios do Peru, Equador, parte da Colômbia, do Chile, da Bolívia e da Argentina. O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres, camadas médias, e a camada mais baixa que pagava os atributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.
  
Pintura: arte Inca
 










A sociedade Asteca era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas

Arte Asteca e arquitetura: pirâmide da civilização Asteca
 






 




 Mariana Gonçalves 2°A e Gabriela Almeida 2°B


Páscoa: Seu verdadeiro significado.



Páscoa Cristã:

A Páscoa significa passagem. Os cristãos comemoram o ''Domingo de Páscoa'' (Ressurreição de Jesus Cristo). Antes do Domingo de Páscoa, os cristãos passam por um período de penitência chamado Quaresma, que representa os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que Ele suportou na cruz. A Quaresma termina com o início da semana santa. A semana santa começa no Domingo de Ramos, que celebra a entrada de Jesus em Jerusalém. Na Sexta-feira Santa é celebrada a morte de Jesus para que no Domingo celebremos sua ressurreição.



Páscoa Judaica:

Entres os judeus, a Páscoa - Pessach - celebra a liberdade dos hebreus, que eram escravizados pelos egípcios. A Páscoa dos cristãos é baseada na Páscoa dos judeus.
Os judeus seguem a tradição escrita no livro do Êxodo. Durante as festividades da Pessach, um jantar especial de comemoração, chamado ''Sêder de Pessach'', reúne toda a família, onde o pão ázimo, o vinho e ervas são servidos. O Pessach judeu é comemorado durante sete dias.



Fonte: www.significados.com.br/pascoa-crista/

Em nome da Prof. Zilda e dos alunos do Contraturno desejamos uma Feliz e Santa Páscoa!!!

Júlia Gomes 2ºA e Rudi Henrrique 2ºA