- Independência do Brasil foi obra de uma elite
conservadora, latifundiária e tradicional, cuja riqueza era impulsionada
pelo trabalho escravo.
- O Segundo Reinado consubstanciou-se nos
interesses dessa mesma elite, que investia na oportunidade de consolidar o
poder.
- Período regencial foi marcado por grande
instabilidade – REVOLTAS.
- A elite da época via na figura do imperador
menino a possibilidade de, sem ameaçar seus interesses, restabelecer a
“ordem” social.
- Liberais e conservadores viam na coroação do
imperador a solução para a “crise de autoridade”.
- Primeiro ministério de D. Pedro II foi FORMADO
por liberais (os irmãos Andrada e Holanda Cavalcante- “Ministério dos
Irmãos”)
- Existiam mais igualdades do que diferenças
entre os liberais (luzias) e os conservadores (saquaremas). FARINHA DO
MESMO SACO.
- Os liberais defendiam o federalismo e a
autonomia das províncias.
- Os conservadores defendiam o fortalecimento do
poder Executivo e do poder central.
- Em Pernambuco que a Rebelião Praieira se
Radicalizou. Os liberais locais (praieiros), motivados pela crise do
açúcar, pelo descaso com a região, centralismo do poder e monopólio do
comércio local, pelos portugueses, se revoltaram.
- Tomaram o poder em 1845, mas em 1849 as forças
do governo esfacelaram o movimento.
- A Revolta Praieira foi a ultima do Segundo
Império.
- Com a estabilidade, o sistema político foi
aperfeiçoado, implantou-se o parlamentarismo.
- Ao contrário da Inglaterra, onde o rei
reinava, mas não governava, no Brasil, graças ao poder moderador, o
imperador reinava e governava. No sistema inglês o primeiro ministro era
escolhido pelo partido mais votado. No Brasil era escolhido pelo
imperador. (Parlamentarismo as Avessas).
- O café começou a ser plantado em larga escala
no Rio de Janeiro, depois no Vale do Paraíba, Minas Gerais e São Paulo.
- Vale do Paraíba – modelo
produtivo: LATIFUNDIO, MONOCULTURA E ESCRAVIDÃO.
- O imigrante europeu foi substituindo a mão –
de – obra dos escravos.
- Além da Europa, o café era vendido nos EUA.
- Fugindo da seca e da fome, muitos migravam
para o Sudeste ou para Amazônia, trabalhar na extração de borracha.
- A partir de 1850 a borracha ganhou importância
no mercado internacional;
- O açúcar continuou sendo exportado,
entretanto, era produzido basicamente em SP, RJ, MG.
- O tabaco, no sec. XIX passou a ser plantado no
país inteiro.
- A pecuária desenvolveu-se basicamente no RS, o
que só contribuiu para a miséria no Nordeste.
- Em 1850, a Lei Eusébio de Queiros abolia o
tráfico da África para o Brasil.
- Surgiu então o tráfico interprovincial.
- 1850 – Lei da Terra; acesso a terra mediante a
compra, não poderia ser por doação mais.
- Proprietários registrá-las em cartório.
- Pobres excluídos acesso á terra.
- Escravo caro, fazendeiros paulistas passaram a
estimular a imigração da mão de obra livre.
- Pessoas de mais de 60 países (Europa)
- Desentendimentos, Brasil, Argentina e Uruguai,
se uniram para invadir o Paraguai (1865).
- Nesse conflito quase 50% da população
paraguaia foi dizimada e o país destruído
- A abolição foi lenta e gradativa:
- Lei Eusébio de Queirós (proibia o tráfico
– 1850)
- Lei do Vento Livre (O escravo ficaria com
seu dono até 8 anos e seria liberto mediante uma indenização, ou
trabalharia até 21 anos quando seria liberto – 1871).
- Lei dos Sexagenários (o escravo ao
atingir 60 anos trabalharia mais 3 anos para indenizar seu dono e seria
liberto – 1885)
- Lei Áurea (abolia definitivamente a
escravidão – 1888) *Não previu nenhuma proteção social ao escravo, pelo
contrário, eles foram marginalizados e muitos continuaram escravos ou
viraram mendigos.
- A abolição da escravidão selava o fim do
império. Seus destinos estavam entrelaçados.
- Em 15/11/1889 Mal. Deodoro da Fonseca,
representando o interesse dos grupos republicanos deu um golpe e exigiu a
renuncia de D. Pedro II, que foi para a Europa.
- E mais uma vez “o povo assistiu bestializado”.
O Projeto Contraturno elaborado e orientado pela Prof.ª Zilda Aparecida de Oliveira Lima, oportuniza aos alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Emílio de Menezes aprimorarem seus conhecimentos na área de História, atualidades e demais assuntos de estudo. Nestas aulas em contraturno (noite) os alunos preparam matérias referentes à atualidade, notícias e conteúdos que serão disponibilizados a toda comunidade, principalmente Emiliana.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
SEGUNDO REINADO (Texto dos Slides)
SEGUNDO REINADO (1840-1889)
domingo, 5 de agosto de 2012
CRUZADINHA- professora Elen
1)
Fenômeno
climático em que ocorre um aumento da temperatura média superficial
global __________________.
2)
Grande
parte da comunidade científica acredita que o aumento de
concentração de poluentes na atmosfera é causada pelo
_____________.
3)
A
área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão
Tem diminuído muito desde 1950. Isso faz com que ocorra o ________
das calotas polares.
4)
Contribui
para o efeito estufa ________________.
5)
Conciliar
a utilização dos recursos naturais sem agredir o meio ambiente é
um grande desafio para a humanidade. Isto constitui proposta do
desenvolvimento ___________.
6)
É
resultado de uma sociedade extremamente consumista. Todos nós
produzimos ____.
7)
Também
chamada de carta da terra - país rico tem mais responsabilidade –
define metas para preservação do meio ambiente - propõe diminuir a
emissão de gases sua meta é o desenvolvimento sustentável para o
século XXI. Refere-se a
_____________.
8)
A
_______________
aquece o nosso planeta naturalmente.
9)
A
diminuição da cobertura vegetal do planeta ocorre pelo
______________.
10)
Responsável
pela emissão de gás carbônico na atmosfera ____________.
11)
Carvão
mineral e petróleo são exemplos de combustíveis _______.
12)
Principal
gás do Efeito Estufa ______________.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
NOTÍCIAS - VENEZUELA E MERCOSUL
VENEZUELA E MERCOSUL
No último dia 31 a
Venezuela foi incorporada oficialmente no Mercosul. Com essa adesão, o
bloco passa a ser composto por 5 membros plenos, e mais alguns
associados. Com isso o bloco atinge a colocação de 5a economia do mundo.
Como tudo que envolve o governo Chavez, a decisão é polêmica. Devemos
refletir que a Venezuela é um país, não um governo. Atualmente é Chavez
quem está no poder, mas as eleições se aproximam e esta situação poderá
ser alterada. O próprio tema das eleições é polêmico, a oposição teme fraudes
ou manipulações. Por outro lado, em algum momento Chavez deixará o poder. Além
disso, ainda nos fatores positivos, o bloco se torna gradualmente uma potência
petrolífera. O Brasil tem o pré-sal, a Venezuela tem uma grande reserva e
produção (e é da OPEP) e a Argentina também tem reservas recentemente
estatizadas (outra polêmica). O mercado interno do bloco também aumenta, o que
pode favorecer nossa indústria e fortalecer o comércio regional. Interessa para
qualquer economia fortalecer e diversificar seus laços comerciais. Já há planos
para a exploração conjunta de reservas petrolíferas na Venezuela (Vale do
Orinoco). A Venezuela tem um parque industrial pouco desenvolvido (exceto
pelo petróleo) e no mesmo dia 31 firmou a compra de aviões
brasileiros, o que favorece o Brasil.
Os pontos negativos se
concentram na figura de Chavez, que toma medidas consideradas autoritárias e
populistas. O país é extremamente dividido, há apoiadores e opositores
fanáticos quando o assunto é o governo. Resta saber também qual será a posição
dos EUA, se é que tomarão alguma posição em ano de eleições.
Recentemente o Mercosul tem
sido simplesmente ignorado por Washington. Apenas para se ter uma idéia, a
última vez que a palavra “Mercosul” apareceu no site do departamento de Estado
dos EUA foi em 2009, o que mostra que o bloco por enquanto não é visto nem como
ameaça, nem destaque. Porém, como Chavez frequentemente entra em atrito com os
EUA, a entrada da Venezuela no bloco pode mudar isso. É fundamental lembrar que
os EUA ainda são e serão por algum tempo uma grande potência e grande mercado.
São também nosso segundo parceiro comercial (o primeiro é a China). Agora é
esperar para ver se haverá ou não uma reação. Tal reação pode não ocorrer já
que o momento é de crise econômica e não interessa aos EUA hostilizar os
regimes da região, mas isso depende das estratégias de curto, médio e longo
prazo do governo estadunidense. A briga Caracas x Washington também deve ser
relativizada, já que apesar dos discursos, os EUA compram petróleo da
Venezuela.
Para finalizar a
aceitação da Venezuela é polêmica pois o senado paraguaio sempre foi
contra tal entrada. Devido à crise que depôs Fernando Lugo, o Paraguai está
suspenso do Mercosul até a próxima eleição (que deve ocorrer em 8 meses).
A escolha de suspender o Paraguai foi uma decisão política pois o Mercosul tem
uma cláusula que proíbe a adesão de regimes não democráticos. Por isso a
suspensão até as próximas eleições que, uma vez realizadas, trarão de volta o
Paraguai (sob o ponto de vista dos governos vizinhos) ao campo democrático.
O centro da questão é: se o
que ocorreu no Paraguai foi golpe (e esse é um posicionamento político, uma
opinião), o mais correto seria esperar a volta do país ao bloco para decidir
sobre a adesão venezuelana. Ao não esperar esse retorno, os mesmos países que
consideraram o impeachment como golpe, de certa forma deram um golpe também ao
aproveitar o momento. É sabido que o Paraguai é contra, o justo seria esperar o
retorno paraguaio se formos pensar em termos de coerência. Pela regra, a
aceitação de novos membros deve ser consensual, e o senado paraguaio já
divulgou uma nota de repúdio.
Texto: Profª Zilda
NOTÍCIAS - MENSALÃO
MENSALÃO
Começa essa semana o
julgamento do chamado “mensalão”, aquele que seria o maior caso de corrupção
dos anos do governo Lula. O tema é bastante polêmico e envolve diversos
partidos. As interpretações, como em todo caso político, divergem
bastante. O julgamento será longo e terá ampla cobertura da mídia. Em ano
de eleição, o caso deve ganhar ainda mais força já que servirá como “munição”
para ataques partidários.
As denúncias atingem
diretamente a então cúpula do PT, acusada de pagar parlamentares mensalmente
(daí o nome) em troca de apoio (votos) para as medias do governo. Se
comprovadas, podem também atingir o próprio Lula. Além do governo federal, há
suspeitas sobre o financiamento de governos estaduais como no caso do governo
de MG, então sob comando de Aécio Neves do PSDB.
Texto: Profª Zilda
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Obrigações dos servos no tempo medieval
Talha- Era uma obrigação pela qual o
servo deveria passar, para o senhor feudal, metade de tudo que produzia nas
terras que ocupava no feudo. Se colhesse 20 quilos de batata, 10 quilos
deveriam ser separados para o pagamento da talha.
Corvéia- Esta obrigação correspondia ao
pagamento através de serviços prestados nas terras ou instalações do senhor
feudal. De 3 a 4 dias por semana, o servo era obrigado a cumprir diversos
trabalhos como, por exemplo, fazer a manutenção do castelo, construir um muro,
limpar o fosso do castelo, limpar o moinho, etc. Podia também realizar
trabalhos de plantio e colheita no manso senhorial (parte das terras do feudo
de uso exclusivo do senhor feudal).
Banalidades- Esta obrigação correspondia ao
pagamento pela utilização das instalações do castelo. Se o servo precisasse
usar o moinho ou o forno, deveria pagar uma taxa em mercadoria para o senhor
feudal.
Capitação - imposto pago por cada
membro da família (por cabeça);
Tostão de Pedro ou dízimo - 10% da produção do servo era pago
à Igreja, utilizado para a manutenção da capela local;
Censo - tributo que os vilões (pessoas
livres, vila) deviam pagar, em dinheiro, para a nobreza;
Taxa de justiça - os servos e os vilões deviam
pagar para serem julgados no tribunal do nobre;
Formariage - quando o nobre resolvia
se casar, todo servo era obrigado a pagar uma taxa para ajudar no casamento,
era também válida para quando um parente do nobre iria casar.
Mão-Morta - Era o pagamento de uma
taxa para permanecer no feudo da família servil, em caso do falecimento do pai
da família.
Albermagem - Obrigação do servo em
hospedar o senhor feudal.
TEXTO: Diogo Dário
Relações de poder na Idade Medieval
Descentralização do poder político em torno dos senhores feudais, ou seja, cada um governava seus feudos de maneira autônoma, mandando e desmandando em suas regiões. Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano concede a terra e proteção e o vassalo oferece fidelidade e trabalho, em troca dessa proteção e um lugar no sistema de produção. Um vassalo poderia se tornar um senhor feudal dentro do seu pedaço de terra, concedendo também uma parte a uma terceira pessoa. Além de produzir para seu sustento, devem obrigações a seu senhor, como a corveia, que consiste no trabalho gratuito e obrigatório durante três dias da semana. Devem também impostos, que são pagos em produtos ou dinheiro.
TEXTO: Diogo Dário.
Economia Medieval
Idade
Media, ou Idade medieval, foi um período que durou aproximadamente
1000 anos. Inicia-se em 476 (ano da queda do Império Romano do
ocidente) e estende-se até 1453 (queda do Império Romano do oriente
pela tomada de Constantinopla pelos turcos).
A
economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam
moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de
produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a
base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais
poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção
era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente
rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na
agricultura.
TEXTO: DIogo Dário
Maomé
Nasceu
em Meca, na atual Arábia Saudita e órfão
muito cedo, foi criado primeiramente pelo avô paterno, e mais tarde
pelo tio, Abu Talib, coletor de impostos e mercador, que o iniciou
nas artes do comércio. Preocupado com a idéia de restabelecer a
religião monoteísta de Abraão, Ibrahim em árabe, teve na religião
sua área de interesse privilegiado, tornando-se um político
talentoso, chefe militar e legislador. Aos 25 anos, já com a
reputação de comerciante honesto e bem-sucedido, casou-se com a
rica viúva Cadidja, 15 anos mais velha do que ele. O matrimônio
durou até a morte de Cadidja (617), num castelo pertencente a Abu
Talib, que morreria dois anos após, onde o profeta estava refugiado.
Aos 40 anos recebeu a
missão de pregar a vontade de Alá, afirmado como deus único,
eterno, criador de tudo que existe. As revelações teriam se
repetido durante toda a vida do profeta e logo começaram a ser
registradas por escrito e com elas compôs o Al Corão. Seu
monoteísmo chocava-se com as crenças tradicionais das tribos
semitas e foi obrigado a fugir para Iatribe (622), atual Medina, isto
é, Cidade do Profeta, onde as tribos árabes viviam em permanente
tensão entre si e com os judeus. Estabeleceu a paz entre as tribos
árabes e com as comunidades judaicas e começou uma luta contra Meca
pelo controle das rotas comerciais.
Conquistou Meca (630) e,
de volta a Medina, morreu dois anos depois, sem haver nomeado um
sucessor, porém deixando uma comunidade espiritualmente unida e
politicamente organizada em torno aos preceitos do Al Corão, cuja
edição definitiva seria publicada alguns anos após (650). A nova
religião foi chamada islamismo ou Islã, que significa submissão à
vontade divina, e seus adeptos, muçulmanos, os que se submeteram.
TEXTO: Isabela
Bandini e Murilo Trombini
Efeito Estufa
O
efeito estufa é uma consequência do aquecimento global. Ele é o
acumulo de poluição na atmosfera. É como você fazer um bolo e
colocar uma tampa sobre ele.
O
calor não consegue sair devido à tampa do bolo.
Chega
um tempo que mesmo a tampa sendo transparente, você não consegue
ver o bolo pois devido ao vapor a tampa fica embaçada e a luz não
entra!
A
tampa representa a poluição! É mais ou menos isso dai devido ao
vapor a temperatura do bolo vai aumentar, o bolo é a terra, e nós
sofreremos as consequências. Só que na realidade, os raios solares,
entrar pela atmosfera... e não conseguem sair de volta para o espaço
devido a poluição, ou no suposto exemplo o vapor. Como consequência
dos raios não conseguirem sair de volta para o espaço, temperatura
aumenta.
Texto:Diogo
Dário
Fonte:www.brasilescola.com
Questão 02 - Cap. 04 (Livro 3)
|
|
Parlamentarismo
Tradicional
|
Segundo
Reinado
|
|
Chefe
de Governo
|
Primeiro
Ministro
|
Presidente
do Conselho de Ministros
|
|
Indicação
do Chefe de Governo
|
Partido
com maior número de representantes do parlamento indica o
Primeiro Ministro
|
O
Imperador escolhe o Presidente do Conselho de Ministro
|
|
Escolha
do Ministério
|
Primeiro
Ministro forma o Ministério que vai governar
|
O
Presidente sugere, mas, quem forma o ministério é o Imperador
|
|
Função
do Monarca (ou Presidente)
|
Não
tem função administrativa, não interfere nas decisões do
governo
|
As
decisões do governo só são validas se aprovadas pelo Imperador
|
|
Concentração
do Poder
|
Parlamento
|
Imperador
|
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