terça-feira, 7 de julho de 2015

Imperialismo







Alguns dos principais assuntos que englobam o Imperialismo são o Nacionalismo, Neocolonialismo e junção entre o Capitalismo financeiro e o Capitalismo industrial. Esses aspectos resumem o panorama político, econômico e cultural de um período que vai desde a década de 1870 até o ano de 1914, ano em que teve início a Primeira Guerra Mundial.

O Imperialismo foi uma “Era de Impérios”. No entanto o Imperialismo do século XIX consistiu num tipo de política expansionista das principais nações europeias, que tinha por objetivo a busca de mercado consumidor, de mão de obra barata e de matérias-primas para o desenvolvimento das indústrias.

Esse fenômeno de expansão dos países europeus teve início a partir do momento em que, após as Revoluções Burguesas dos séculos XVII e XVIII e da formação das nações modernas na Europa (como Alemanha, Itália e França), houve um intenso processo de industrialização desses países. A industrialização gerou, por conseguinte, uma forte concorrência entre as nações, que passaram a disputar territórios e estabelecer as suas fronteiras com exércitos modernizados e uma sofisticada diplomacia. Esse processo acentuou gradualmente o caráter nacionalista dos países europeus.
Ao mesmo tempo, a industrialização também exigia uma integração econômica nunca antes vista. O capital gerado pela indústria, isto é, toda a riqueza do processo de produção – desde maquinários até produtos para consumo –, precisava de crédito e de sustentação financeira. Os setores do capital financeiro (bancos e bolsas de valores) passaram a se integrar com o setor das indústrias, criando assim maneiras de estruturar a complexidade da economia mundial integrada.
E, assim como nos séculos XV, XVI e XVII, nos quais nações europeias como Portugal e Espanha promoveram a colonização do continente americano (e dessas colônias extraíram matérias-primas e nelas desenvolveram sistemas de organização política e administrativa), as nações imperialistas industrializadas do século XIX promoveram a colonização de regiões da África, da Ásia e da Oceania.
O processo de expansão para essas regiões foi marcado por várias tensões e guerras. A África, por exemplo, teve seu território divido nesta época entre as nações europeias, num evento denominado Conferência de Berlim, ocorrido em novembro de 1884. Essa divisão caracterizou-se pela completa arbitrariedade, tribos africanas inteiras foram desagregadas com a divisão, enquanto que algumas se mesclaram com outras que eram suas rivais históricas. A Inglaterra, nessa época, ficou conhecida como o grande Império “onde o Sol não se põe”, exatamente por conta de sua vasta expansão, que integrava grandes países, como a Índia e a Austrália.
O Imperialismo chegou ao seu ponto de saturação no início do século XX, quando as tensões nacionalistas se tornaram mais veementes. A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) é fruto direto dessa saturação.

João Piraccini  3ºA
                                                Cristianismo

  O cristianismo surgiu na antiga Roma mesmo a religião oficial sendo a politeísta e baseada na religião Grega onde os moradores iam em templos orar,adorar,pedir proteção e fazer sacrifícios e etc.
  O cristianismo baseia-se nos ensinamentos de Jesus que viveu na Palestina dominada na época pelo império romano, essa nova crença evoluiu rápido e os imperadores se viram ameaçados por Jesus pois ele seria filho de um único Deus e acabaria com o prestigio divino dos imperadores,ele pregava o amor universal sem distinções entre ricos e pobres isso enfureceu os povos dominantes e foi condenado a morrer na cruz.
  Mesmo após sua morte o cristianismo continuou a se espalhar e hj é a religião dominante no mundo.   





aluno:Matheus 2°A

Segunda Revoluçao Industrial

Introdução 

A Segunda Revolução Industrial aconteceu na segunda metade do século XIX e representou um aprimoramento técnico e científico da Primeira Revolução Industrial da segunda metade do século XVIII.

Principais características da Segunda Revolução Industrial:

- Forte desenvolvimento tecnológico aplicado, principalmente, às indústrias elétrica, química, metalúrgica, farmacêutica e de transportes;

- Época de importantes invenções (veja relação abaixo) tecnológicas que melhoraram muito a qualidade de vida das pessoas e ajudaram a aumentar a produção das indústrias;

- Estados Unidos e Alemanha despontam como grandes potências industriais e econômicas, juntos com Inglaterra e França;

- A população urbana passa a ser maior do que a rural na Europa, O êxodo rural é motivado pelos empregos gerados nas indústrias das cidades;

- Utilização do gás e petróleo como combustíveis e fontes importantes de geração de energia. O carvão mineral começa, aos poucos, ficar em segundo plano;

- Uso da energia elétrica na iluminação urbana, residencial e industrial;

- Utilização do sistema de linha de produção nas indústrias.


Principais invenções tecnológicas deste período:

- Prensa móvel
- Motor de combustão interna
- Telefone
- Rádio
- Autofalante
- Fita elétrica
- Furadeira elétrica
- Microfone
- Gramofone
- Refrigerador
- Filme fotográfico
- Antena
- Cinema
- Automóvel
- Lâmpada elétrica
- Fonógrafo
- Válvula eletrônica
- Raio X

 As máquinas foram inventadas, com o propósito de poupar o tempo do trabalho humano. Uma delas era a maquina a vapor que foi construída na Inglaterra durante o século XVIII. Graças a essas máquinas, a produção de mercadorias ficou maior e os lucros também cresceram. Vários empresários; então, começaram a investir nas indústrias.
Ilustração da paisagem inglesa durante a Revolução Industrial. As grandes chaminés expelindo fumaça representava desenvolvimento.
Ilustração da paisagem inglesa durante a Revolução Industrial. As grandes chaminés expelindo fumaça representava desenvolvimento.
Com tanto avanço, as fábricas começaram a se espalhar pela Inglaterra trazendo várias mudanças. Esse período é chamado pelos historiadores de Revolução Industrial e ela começou na Inglaterra.
A burguesia inglesa era muito rica e durante muitos anos continuou ampliando seus negócios de várias maneiras:
  • financiando ataques piratas (corsários)
  • traficando escravos
  • emprestando dinheiro a juros
  • pagando baixos salários aos artesãos que trabalhavam nas manufaturas
  • vencendo guerras
  • comerciando
  • impondo tratados a países mais fracos
Os ingleses davam muita importância ao comércio (quanto mais comércio havia, maior era a concorrência).
Quando se existe comércio, existe concorrência e para acabar com ela, era preciso baixar os preços. Logo, a burguesia inglesa começou a aperfeiçoar suas máquinas e a investir nas indústrias.
Vários camponeses foram trabalhar nas fábricas e formaram uma nova classe social: o proletariado.
O desenvolvimento industrial arruinou os artesãos, pois os produtos eram confeccionados com mais rapidez nas fábricas. A valorização da ciência, a liberdade individual e a crença no progresso incentivaram o homem a inventar máquinas.
O governo inglês dava muita importância à educação e aos estudos científicos e isso também favoreceu as descobertas tecnológicas.
Milhares de trabalhadores das indústrias inglesas.
Milhares de trabalhadores das indústrias inglesas.

Graças à Marinha Inglesa (que era a maior do mundo e estava em quase todos os continentes) a Inglaterra podia vender seus produtos em quase todos os lugares do planeta.
No século XIX a Revolução Industrial chegou até a França e com o desenvolvimento das ferrovias cresceu ainda mais.
Em 1850, chegou até a Alemanha e só no final do século XIX; na Itália e na Rússia, já nos EUA, o desenvolvimento industrial só se deu na segunda metade do século XIX.
No Japão, só nas últimas décadas do século XIX, quando o Estado se ligou à burguesia (o governo emprestava dinheiro para os empresários que quisessem ampliar seus negócios, além de montar e vender indústrias para as famílias ricas), é que a industrializaçao começou a crescer. O Estado japonês esforçava-se ao máximo para incentivar o desenvolvimento capitalista e industrial.
Adam Smith (pensador escocês) escreveu em 1776 o livro “A Riqueza das Nações”, nessa obra (que é considerada a obra fundadora da ciência econômica), Smith afirma que o individualismo é bom para toda a sociedade.
Para ele, o Estado deveria interferir o mínimo possível na economia. Adam Smith também considerava que as atividades que envolvem o trabalho humano são importantes e que a indústria amplia a divisão do trabalho aumentando a produtividade, ou seja, cada um deve se especializar em uma só tarefa para que o trabalho renda mais.
A Revolução Industrial trouxe riqueza para os burgueses; porém, os trabalhadores viviam na miséria.
Muitas mulheres e crianças faziam o trabalho pesado e ganhavam muito pouco, a jornada de trabalho variava de 14 a 16 horas diárias para as mulheres, e de 10 a 12 horas por dia para as crianças.
Enquanto os burgueses se reuniam em grandes festas para comemorar os lucros, os trabalhadores chegavam à conclusão que teriam que começar a lutar pelos seus direitos.
O chamado Ludismo foi uma das primeiras formas de luta dos trabalhadores. O movimento ludita era formado por grupos de trabalhadores que invadiam as fábricas e quebravam as máquinas.
Os ludistas conseguiram algumas vitórias, por exemplo, alguns patrões não reduziram os salários com medo de uma rebelião.
Além do ludismo , surgiram outras organizações operárias, além dos sindicatos e das greves.
Em 1830, formou-se na Inglaterra o movimento cartista. Os cartistas redigiram um documento chamado “Carta do Povo” e o enviaram ao parlamento inglês. A principal reivindicação era o direito do voto para todos os homens (sufrágio universal masculino), mas somente em 1867 esse direito foi conquistado.
Thomas Malthus foi um economista inglês que afirmava que o crescimento da população era culpa dos pobres que tinham muitos filhos e não tinham como alimentá-los. Para ele, as catástrofes naturais e as causadas pelos homens tinham o papel de reduzir a população, equilibrando, assim, a quantidade de pessoas e a de comida.
Além disso, Malthus criticava a distribuiçao de renda. O seu raciocínio era muito simples: os responsáveis pelo desenvolvimento cultural eram os ricos e cobrar impostos deles para ajudar os pobres era errado, afinal de contas era a classe rica que patrocinava a cultura.
O Parlamento inglês (que aparentemente pensava como Malthus) adotou, em 1834, uma lei que abolia qualquer tipo de ajuda do governo aos pobres. A desculpa usada foi a que ajudando os pobres, a preguiça seria estimulada. O desamparo serviria como um estímulo para que eles procurassem emprego.
A revolução Industrial mudou a vida da humanidade.
A vida nas cidades se tornou mais importante que a vida no campo e isso trouxe muitas consequências: nas cidades os habitantes e trabalhadores moravam em condições precárias e conviviam diariamente com a falta de higiene, isso sem contar com o constante medo do desemprego e da miséria.
Por um outro lado, a Revolução Industrial estimulou os pesquisadores, engenheiros e inventores a aperfeiçoar a indústria.


Fonte: Sua pesquisa/Info escola
Vinicius Maroz 3º D 

IMPERIALISMO

IMPERIALISMO

  O termo “Imperialismo” sugere, obviamente, uma “Era de Impérios”; em grande parte trata-se disso mesmo. Mas, conceitualmente falando, o Imperialismo do século XIX consistiu num tipo de política expansionista das principais nações europeias, que tinha por objetivo a busca de mercado consumidor, de mão de obra barata e de matérias-primas para o desenvolvimento das indústrias.
  Esse fenômeno de expansão dos países europeus teve início a partir do momento em que, após as Revoluções Burguesas dos séculos XVII e XVIII e da formação das nações modernas na Europa (como Alemanha, Itália e França), houve um intenso processo de industrialização desses países. A industrialização gerou, por conseguinte, uma forte concorrência entre as nações, que passaram a disputar territórios e estabelecer as suas fronteiras com exércitos modernizados e uma sofisticada diplomacia. Esse processo acentuou gradualmente o caráter nacionalista dos países europeus.
  Ao mesmo tempo, a industrialização também exigia uma integração econômica nunca antes vista. O capital gerado pela indústria, isto é, toda a riqueza do processo de produção – desde maquinários até produtos para consumo –, precisava de crédito e de sustentação financeira. Os setores do capital financeiro (bancos e bolsas de valores) passaram a se integrar com o setor das indústrias, criando assim maneiras de estruturar a complexidade da economia mundial integrada.
  E, assim como nos séculos XV, XVI e XVII, nos quais nações europeias como Portugal e Espanha promoveram a colonização do continente americano (e dessas colônias extraíram matérias-primas e nelas desenvolveram sistemas de organização política e administrativa), as nações imperialistas industrializadas do século XIX promoveram a colonização de regiões da África, da Ásia e da Oceania.
  O processo de expansão para essas regiões foi marcado por várias tensões e guerras. A África, por exemplo, teve seu território divido nesta época entre as nações europeias, num evento denominado Conferência de Berlim, ocorrido em novembro de 1884. Essa divisão caracterizou-se pela completa arbitrariedade, tribos africanas inteiras foram desagregadas com a divisão, enquanto que algumas se mesclaram com outras que eram suas rivais históricas. A Inglaterra, nessa época, ficou conhecida como o grande Império “onde o Sol não se põe”, exatamente por conta de sua vasta expansão, que integrava grandes países, como a Índia e a Austrália.
  O Imperialismo chegou ao seu ponto de saturação no início do século XX, quando as tensões nacionalistas se tornaram mais veementes. A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) é fruto direto dessa saturação.


estudo de pg

Hoje, dia 07 de julho de 2015, fizemos uma atividade de matemática, onde o conteúdo é a PG (Progressão Geométrica).

Estudamos no site  http://exercicios.brasilescola.com/exercicios-matematica/exercicios-sobre-progressao-geometrica.htm

Que tal testarmos os nossos conhecimentos? Clique no link acima e tente resolver os 4 exercícios, nós conseguimos acertar todos!

Postado por: Gabriele de Almeida Cardoso 2ºD e Natalia Sayuri Yamashita 3ºA

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Guerra de Secessão: da divisão social à divisão geográfica. Parte Final.

A Política e a Diplomacia


No começo da história dos Estados Unidos, seus habitantes viam a escravidão como algo necessário, porém, após a Independência, alguns poucos abolicionistas pressionaram o governo para acabar com a escravidão, mas sem sucesso. A presidência do país ficou centrada nos estados do sul, sendo que 12 das 16 eleições colocaram um dono de escravo na Casa Branca.
Em 1854, o Ato de Kansas-Nebraska criou os estados de Kansas e Nebraska, onde a escravidão seria permitida, o Ato também especificava que caso um território fosse elevado a categoria de Estado, teria direito a votar para o fim ou a continuação da escravidão. Porém os Estados do Norte vetaram essa parte do Ato, pelo fato de que quando a escravidão já está em um território dificilmente sairá de lá. O Ato de Kansas-Nebraska gerou revolta nos nortistas, especialmente nos Republicanos que eram totalmente contra a escravidão. Entre os principais membros do Partido Republicano estava Abraham Lincoln. Lincoln foi lançado como candidato para a presidência pelos republicanos, porém perdeu devido ao maior número de eleitores estar localizado no sul.




A Confederação tentou ser reconhecida como um novo país, porém precisava demonstrar que era capaz de sustentar-se e que tinha poder. Pensando ter o apoio do Reino Unido e da França uma frente diplomática foi enviada para lá, porém foi parada pela União para que não conseguissem o apoio. Após perder a Batalha de Antietam e de Getytsburg, os países perderam o interesse em apoiar a Confederação e assumiram uma posição neutra. Nenhum outro país reconheceu a Independência da Confederação.

Quando Abraham Lincoln foi eleito como Presidente, houve uma grande movimentação nos Estados Confederados, já que Lincoln era nortista e abolicionista. A questão da escravidão estava em cada canto e em todas a batalhas seguintes se ouvia o rumor do fim da guerra porque o presidente oficializaria o fim da escravidão. Porém, Abraham estava demorando-se para oficializar e estava sofrendo duras críticas dos seus colegas de partido. O fim da guerra veio após o fim da escravidão. Abraham Lincoln foi assassinado em 14 de abril por um extremista sulista.



A Constituição americana de 1787 dizia que "todos os homens são iguais". Ironicamente, após a independência ter sido alcançada, e até o fim da Guerra Civil Americana, os Estados Unidos eram o maior país escravista do mundo. Após o fim da guerra, os americanos tentaram tornar real essa igualdade, através da aprovação da 13ª Emenda à Constituição americana, a qual foi ratificada no final de 1865, acabando oficialmente com a escravidão no país. A 14ª Emenda, aprovada em 1868, definia cidadania e dava ao governo federal amplos poderes para forçar os estados a oferecerem proteção legal igualitária a todos. A 15ª Emenda foi aprovada em 1870 e dava odireito de voto aos afro-americanos do sexo masculino e maiores de idade .
Porém, o lugar dos afro-americanos na sociedade americana continuou indefinido, e eles continuaram a ser marginalizados, uma vez que leis antidiscriminação ainda não existiam na época. O sul seria ocupado por tropas do Norte até 1877, e diversos afro-americanos foram colocados em posições importantes do governo dos Estados sulistas, pelo governo da União. A maior parte da população sulista sentiu-se humilhada com essas medidas, favorecendo o surgimento de sociedades secretas como os Cavaleiros da Camélia Branca e a Ku Klux Klan, que empregavam a violência para perseguir os afro-americanos e defender a segregação racial.




Rudi Henrrique 2ºA

                a ética formal de Kant

Kant sempre teorizou sobre a parte material  do agir, quer dizer, como obtermos a felicidade  a partir da forma  que agimos.
 É possível encontrarmos regras universais,lógicas e racionais,quer dizer,o lado formal(forma)da moral,que pretende responder ás perguntas "como devo agir" .

nome:gabriele  2ºD

Império Romano: Escravismo classico

O Império Romano foi uma das sociedades antigas onde a utilização da mão-de-obra escrava teve sua mais significativa importância, normalmente, as pessoas reduzidas à escravidão ou mantidas nesta condição provinham de povos conquistados, o que se manifestava com frequência em características físicas ou língua diferentes das dos patrões, os romanos consideravam a escravidão como infame, e um soldado romano preferia suicidar-se antes de cair escravo de um povo bárbaro, ou seja, não romano., estima-se que mais de 30% da população da Roma Antiga era formada por escravos. Em geral, os escravos trabalhavam nas propriedades dos patrícios, grupo social romano que detinha o controle da maior parte das terras cultiváveis do império.  escravo romano também poderia exercer diferentes funções ou adquirir a sua própria liberdade. A única restrição jurídica contra um ex-escravo impedia-o de exercer qualquer cargo público. Durante o final da república ocorreram várias revoltas de escravos, conhecidas como guerras servis. As revoltas de escravos, tal como terceira Guerra Servil foram duramente reprimidas. Durante o final da república ocorreram várias revoltas de escravos, conhecidas como guerras servis. As revoltas de escravos, tal como terceira Guerra Servil foram duramente reprimidas. 

Quando se fala em escravidão, geralmente se pensa automaticamente na escravidão dos negros trazidos ao Brasil em torno do século XIV, porém,na escravidão clássica os escravos eram pessoas de povos conquistados e/ou pessoas que viravam escravos por causa de uma divida que não pudessem

pagar.
 

Aluno: Thiago Trombini

A Maioridade Penal no Brasil

Para os 3°F e G do noturno

Página 120
1- Com relação à evolução tecno industrial, compare:
a) a produção artesanal com a manufatureira;
b) a produção manufatureira com a mecanizada (industrial);
2- Sintetize as razões do pioneirismo inglês na Revolução Industrial.
3- Caracterize a primeira e a segunda etapas da Revolução Industrial, mencionando o período e os países em que cada uma ocorreu.
4- Explique por que alguns historiadores falam da existência de uma "Terceira Revolução Industrial".
Página 123
1- Comente as consequências sociais da Revolução Industrial com relação:
a) à urbanização;
b) à divisão do trabalho;
c) à produção em série;
d) aos transportes e à comunicação.
Página 126
1- Explique por que, para Matheus, a miséria dos trabalhadores era uma "lei da natureza".
2- Por que, para Ricardo, os baixos salários pagos pelos capitalistas ingleses eram o resultado natural de uma " lei do mercado"? Que "lei" é essa?
3- Explique as alternativas propostas por alguns dos primeiros teóricos do socialismo para superar as injustiças da sociedade industrial.
4- Na interpretação do socialismo marxista:
a) O que é a luta de classes?
b) Como é entendida a sociedade que se formou com a Revolução Industrial?
c) O que devem fazer os trabalhadores para mudar a sociedade?
5- Caracterize o socialismo cristão do século XIX?
6- Com seus colegas, compare as idéias do socialismo cristão às idéias anarquistas. Quais são as semelhanças e as diferenças entre elas?


DE OLHO NA UNIVERSIDADE
1- ( ENEM - 1999) A Revolução Industrial ocorrida no final do século XVIII transformou as relações do homem com o trabalho. As máquinas mudaram as formas de trabalhar, e as fábricas concentraram-se em regiões próximas às matérias primas e grandes portos, originando vastas concentrações humanas. Muitos dos operários vinham da área rural e cumpriam jornadas de trabalho de 12 a 14 horas, na maioria das vezes em condições adversas. A legislação trabalhista surgiu muito lentamente ao longo do século XIX e a diminuição da jornada de trabalho para oito horas diárias concretizou-se no início do século XX.
Podem se afirmar que as conquistas no início desse século, decorrentes da legislação trabalhista, estão relacionadas com:
a) à expansão do capitalismo e a consolidação dos regimes monárquicos constitucionais.
b) à expressiva diminuição da oferta de mão de obra, devido à demanda por trabalhadores especializados.
c) à capacidade de mobilização dos trabalhadores em defesa dos seus interesses.
d) o crescimento do Estado ao mesmo tempo em que diminuía a representação operária nos parlamentos.
e) a vitória dos partidos comunistas nas eleições das principais capitais européias.
2- (Unicamp)
" Na Europa, até o século XVIII, o passado era o modelo para o presente e para o futuro. O velho representava a sabedoria, não apenas em termos de uma longa experiência, mas também na memória de como eram as coisas, como eram feitas e, portanto, de como deveriam ser feitas. Atualmente, a experiência acumulada não é mais considerada tão relevante. Desde o início da Revolução Industrial, a novidade trazida por cada geração é muito mais marcante do que sua semelhança com o que havia antes."
a) Segundo o texto, como a Revolução Industrial transformou nossa atitude en relação ao passado?

b) De que maneiras a Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX alterou o sistema de produção?

Aluna: Nathália Ramos 3ºG Noturno