terça-feira, 8 de abril de 2014

Trabalho Alienado


Característica do Capitalismo, o trabalho alienado é fruto da Revolução Industrial que divide o trabalho em etapas, mas que já estava enraizada na manufatura, que diferente do artesanato, onde os produtos eram feitos individualmente, começou a separar o trabalho para o aumento de produção.
O trabalho alienado é exclusivo das sociedades capitalistas industrializadas, onde há a excessiva divisão do trabalho onde cabe a cada trabalhador exercer uma parte da confecção do produto, sendo que fica alienado do produto final. Sendo assim, o trabalhador exerce apenas o automático, sem a utilização da criatividade, ou habilidades individuais, fazendo com que o trabalho se transforme numa coisa automática, como é visto no filme Tempos Modernos, escrito e protagonizado por Charlie Chaplin.
Há quem defenda a ideia de que isso seja ruim, como é o caso do pensamento marxista, alegando justamente que o proletário fica anômico ao trabalho, sem vontade, sem perspectiva, com a alma aprisionada nas máquinas cada vez mais tecnológicas, onde a capacidade humana é a cada dia mais dispensada. No entanto, a divisão do trabalho foi fundamental para o avanço das indústrias, que nos oferece cada vez mais conforto e possibilidades, num mundo em constante metamorfose e que tudo é obsoleto.

Autor: Ademir Xavier

Constituição do sistema de fábrica



No século XVIII, simultaneamente ao processo de assalariamento, surgem inovações técnicas para a produção como maquinas a vapor, teares mecânicos, etc. O trabalho que antes era desenvolvido em pequenas escala, no ambiente doméstico e nas pequenas oficinas, passou a ser realizado em grande escala, num espaço maior destinado especialmente a ele a fabrica, o dono da fábrica tornou-se também proprietário da matéria prima e das ferramentas para a fabricação dos produtos passou a vender sua força de trabalho e não mais o produtos acabado como no trabalho artesanal.
Também com a separação dos meios de produção, no sistema fabril, o trabalhador, que antes dominava todo o processo de elaboração de um produto, passou a ocupar um posto fixo nesse processo, consolidando assim a divisão técnica do trabalho.

Fonte: Historia-Ensino médio ( Secretaria de Estado da Educação) 
Texto escrito por: Isabella C. S. de Souza 


Condições de trabalhos na fabricas


Condições de trabalhos na fabricas


Uma das característica do sistema de fabrica eu parcelamento das tarefas isto e a produção de um objeto passa por diversas etapas cada uma delas realizadas por um trabalhador que, dessa forma, se torna especialista na função. Para o trabalhador, o sistema gera um estado de alineação causado pelo fato de trabalhar exaustivamente eu produto do esforço nunca se transformar em um objeto acabado, pois cada pessoa participa apenas de uma etapa do processo. O outro problema e a repetição constante dos mesmo movimentos ao longo do dia, o que automatiza as açoẽs e se torna um entrave ao raciocínio. Para se adaptar aos movimentos repetitivos, o trabalhador é obrigado a reprimir a criatividade e a inteligência, o que leva a um quadro de alineação.

FONTE: livro História Uma Abordagem Integrada
ALUNO: Kelvin L. N
PROF: Zilda

Curiosidades sobre os Espartanos


A educação dos espartanos era diferente dos outros povos, ao nascer as crianças eram levadas aos anciões onde eram selecionadas, se fossem consideras ruins, doentes , etc deveriam ser jogadas do alto de um desfiladeiro ou serem adotadas por um hilota (a menor classe social em Esparta).As crianças nunca ficavam com suas famílias por muito tempo, quando completavam sete anos, eram levados para quartéis.
Até os doze anos se dedicavam a praticar esportes, quando completavam dezoito anos, começavam um treinamento rigoroso intenso. Seu treinamento consistia em andar descalço, andar nus para que sua pele engrossar , e para aprender a controlar a dor em seu corpo levavam constantes chicotadas até sangrarem.
Sua cidadania só era conquistada após terem 30 anos de idade, e aos 60 anos poderiam ser libertados de suas obrigações e deveres.
A principal força militar dos espartanos eram os hoplitas (soldados da infantaria pesada). A origem de seu nome vem da palavra hóplon quer significa escudo, eles constituíam a elite do exército espartano.
A armadura dos hoplitas era constituída, por uma grossa couraça, perneiras de metal, um escudo feito de madeira de carvalho coberto por uma camada de bronze. A parte ofensiva da armadura era composta por uma lança de dois metros de comprimento e uma espada reta de dois gumes.
Usavam na mão esquerda o escudo e na mão direita manuseavam a espada ou a lança. È bom ressaltar que os espartanos tinham excelentes técnicas tanto para defesa quanto para o ataque, uma delas era a falange, que muitos diziam ser impenetrável. Montavam o que parecia uma casca de tartaruga com seus grandes escudos, para se defender de ataques de lanças, flechas, etc.
As armas usadas eram as mesmas , em todas as pólis (cidades-Estado).Como os equipamentos dos hoplitas era muito pesado, cada soldado era acompanhado por um ajudante que carregava essas armas durante as marchas.

Fonte de pesquisa: História em movimento, volume -1
Autor: Gislaine e Reinado  

Texto escrito por: Patrick Rogel e Isadora Irmer

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Criméia



INCLUSÃO!
A Criméia há pouco tempo estava sendo disputada pela Rússia e pela Ucrânia. Resultado: “Agora, a Criméia oficialmente faz parte da Rússia”




O país destacado acima, a Criméia, causou uma das maiores polêmicas do mundo atual, (vale ressaltar que este se encontrava em estado de guerra civil), e hoje depois de muitas discussões, chegou a um consenso de que esta fará parte da Rússia. Mas qual foi o principal contexto histórico (ou motivo) desta disputa afinal?


Guerra da Criméia – Quando tudo começou...


Essa disputa entre russos e franceses aconteceu quando os mesmos começaram a discutir sobre a proteção das cidades sagradas de Jerusalém e de Nazaré. O rei Nicolau I, sob o pretexto de defender as cidades, invadiu as províncias turcas do Danúbio em 1853. A Turquia, juntamente com a França e o Reino Unido, declarou guerra à Rússia, que destruiu as frotas turcas e tomou o porto de Sinope, no Mar Negro.
Após muito conflito, no dia 30 de março de 1854, a Rússia se rendeu com o Tratado de Paris, e foi obrigada a se retirar das províncias do Danúbio e impedida de manter bases e forças navais em Sinope.
 Autores: Natália Sayuri; Igor de Lucca e Nathália Ramos.



Campanha da Fraternidade


Todo ano, desde 1964, a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) realiza a Campanha da Fraternidade. Esta, que é realizada durante a Quaresma, serve para reflexão e alerta para os problemas que afligem a sociedade, e para preparar o coração cristão para a Páscoa de Jesus Cristos.
A campanha deste ano tem como tema a frase: “Fraternidade e Tráfico Humano”, e o seu lema é “É para liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). O tema deste ano foi proposto por entidades ligadas à Pastoral da Mobilidade Humana e de grupos que trabalham para combater o tráfico humano, que todo ano, no Brasil, atinge mais de 2,5 milhões de pessoas, entre homens, mulheres e crianças.
Analisando a fundo este tema, podemos dividi-lo em três facetas. A primeira delas é justamente, o tráfico de pessoas para o trabalho escravo, que acontece mais frequentemente do que se imagina, principalmente para produção de bens de consumo e prostituição. Essas situações são todas muito bem armadas e discretas, fazendo com que nem mesmo os parentes da vítima saibam. Outra face deste problema é a venda de crianças, que são tiradas dos braços de suas mães (e em alguns casos, entregadas de boa vontade), para serem vendidas a famílias ricas por preços exorbitantes. A terceira e última delas é o tráfico de órgãos, que a primeira impressão parece surreal, mas que também é parte do nosso cotidiano. Os órgãos são retirados em clínicas clandestinas, e muitas vezes sem o acompanhamento de um médico. O que torna o procedimento propenso a infecções, e outras complicações, o que pode torna-lo letal.
Sabendo da urgência do assunto, o objetivo principal da campanha será identificar as práticas de tráfico humano, em suas várias formas, manifestações e denunciá-las às autoridades, como violação de dignidade e da liberdade humanas, mobilizando não só cristãos, como todas as pessoas para combater este mal mundial.

A seguir, uma lista das ultimas campanhas:

2000 Dignidade Humana e Paz (ecumênica) Novo Milênio sem Exclusões
2001 Fraternidade e as Drogas Vida sim, Drogas não
2002 Fraternidade e Povos Indígenas Por uma terra sem males
2003 Fraternidade e Pessoas Idosas Vida, Dignidade e Esperança
2004 Fraternidade e Água Água, fonte de Vida
2005 Solidariedade e Paz (ecumênica) Felizes os que promovem a Paz
2006 Fraternidade e Pessoas com Deficiência    Levanta-te, vem para o meio!
2007 Fraternidade e Amazônia Vida e Missão neste chão
2008 Fraternidade e Defesa das Vidas Escolhe, pois, a Vida
2009 Fraternidade e Segurança Pública A Paz é fruto da Justiça
2010 Economia na Vida (ecumênica) Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro
2011 Fraternidade e a Vida no Planeta A criação geme em dores de parto
2012 Fraternidade e Saúde Pública Que a saúde se difunda sobre a terra!
2013 Fraternidade e Juventude Eis-me aqui, envia-me!
2014 Fraternidade e Tráfico Humana É para a liberdade que Cristo nos libertou

Autor: Ademir Xavier; Valdemir Gomes

CIVILIZAÇÂO CLASSICA DA ANTIGUIDADE

Grécia Antiga

O país da Grécia está localizado na península Balcânica.
A Grécia nunca foi unificada, era dividida em cidades- Estados(pólis) , que sempre guerreavam uns com os outros. O primeiro período é chamado de Homérico, como não havia registros escritos naquela época, as únicas fontes são os poemas de Homero : Ilíada( que conta a guerra de Troia) e Odisseia( que conta a história de Odisseu/Ulisses e suas aventuras, quando ele volta da guerra de Troia e vai para Itaca).
O segundo período foi chamado de Período Arcaico, é o período de construção da pólis, onde as duas cidades mais importantes foram: Atenas, considerada a pólis política onde, a política era reservada apenas aos homens da pequena elite ateniense, mulheres, estrangeiros e escravos, não tinham direitos nessa área. Os atenienses afirmavam que o poder estava “nas mãos do povo”, o que consagrou a definição de democracia. Sua sociedade é divida entre : cidadãos, onde os mesmos tem direito e cidadania; os metecos, eram os estrangeiros, não tinham direitos políticos e pagavam pesados impostos para poderem viver em Atenas ;e os escravos, que faziam todos os tipos de trabalho, e eram a base de sustentação da vida na cidade.
Esparta, considerada a pólis militar, o caráter militar de Esparta, provém dos dórios , que dominaram povos numericamente superiores a eles. O destino das crianças que nasciam em Esparta, era definido pelo Estado, a obediência, disciplina e outras grandes habilidades como essas, eram muito valorizadas. Sua sociedade era dividida em três grupos: espartanos, os únicos que tinham direitos políticos ;periecos ,que viviam do artesanato e comércio e ainda formavam os escalões inferiores ao exército; e os hilotas, que trabalhavam em propriedades espartanas, e eram obrigados a pagar uma alta taxa do que produziam ao Estado.


Fonte: História :Uma abordagem intregada :Petta,Ojeda e Delfini.
História em Movimento: Gislaine e Reinaldo.


Texto feito pelos alunos: Patrick Rogel e Isadora Irmer.

Quaresma, deixe-se conduzir pelo Espírito Santo!


Com a celebração da quarta-feira de cinzas, começamos um novo caminho que se estende por quarenta dias e nos conduz à alegria da pascoa do senhor e à vitoria da vida sobre a morte. A quaresma é um tempo de conversão, tempo que para muitos, é a rota do nosso coração, saindo do nosso egoismo, que nos fecha, e nos voltando em direção do amor a Deus e aos nossos irmãos,
Assim como Jesus foi conduzido ao Espirito Santo ao deserto esse tempo litúrgico quer nos colocar numa atitude de revisão concreta de vida, onde, através da oração, do jejum, e do exercício da caridade , nós nos tornaremos sensíveis ao apelo deste mesmo espirito, que nos leva ao deserto para nos falar ao coração.
A oração deve nos lançar em Deus, no seu amor incondicional por cada um de nós, que nos ama como somos, mas não quer nos deixar como estamos, Ele quer nos fazer melhores, mais livres e felizes. Contudo, só com um coração orante, em dialogo constante com o grande amigo, será capaz de escutar a sua voz e de acolher a sua vontade.
A pratica do jejum quer nos devolver o equilíbrio, muitas vezes com a correria de nossas vidas, os desequilíbrios vão nos tomando ao ponto de não controlarmos mais nada e vivermos a partir dos nossos desejos e impulsos mais instintivos. Os Santos Padres da igreja já ensinavam que quem não consegue controlar a boca, não controla mais nada em sua vida.
O exercício da caridade nos faz lembrar que, para alem de nós, de nossas vidas, dos problemas, existem os irmãos, as suas vidas, e as suas necessidades,
Enfim, a pascoa não é só chocolate (comprar) mas sim, uma época de refletir os nossos modos de agir, perante as pessoas. Jesus Cristo morreu na cruz para pagar os nossos pecados, e nada mais justo dedicar a Páscoa a ele que é o principal de nossas vidas, os ovos de Páscoa são apenas um simbolo, mas nós não podemos esquecer do verdadeiro sentido da Páscoa, Jesus Cristo.

Autor: Rafael Borges.

terça-feira, 1 de abril de 2014

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E A DIVISÃO SOCIAL DO TRABALHO


DIVISÃO DO TRABALHO


Nas sociedades pré-indústriais já existia uma divisão do trabalho como repartição de tarefas necessárias a sobrevivência do grupo, com objetivo de obter maior rendimento. A partir do surgimento da sociedade industrial (Inglaterra, séc XVIII ), a divisão do trabalho aparece de forma mais intensa, sendo que cada operário passa a realizar uma etapa da produção. Adam Smith foi um dos primeiros pensadores a falar sobre esse assunto, mostrando as vantagens dessa divisão para o sistema capitalista da época. No texto a seguir ele coloca a divisão do trabalho numa fábrica de alfinetes: “ Tomemos, pois, um exemplo, tirado de uma manufatura muito pequena , mas na qual a divisão de trabalho tem sido muito notada: a fabricação de alfinetes. Um operário não treinado para essa atividade (que a divisão de trabalho trasformou num indústria específica) nem familiarizado com a ultilização das máquinas ali empregadas (sua invenção provavelmente também se deveu à mesma divisão de trabalho), dificilmente poderia talvez talvez fabricar um único alfinete em um dia, empenhado o máximo trabalho; de qualquer forma, certamente não consiguirá fabricar vinte. Entretanto, da forma como essa atividade é hoje executada, não somente o trabalho todo constitui uma industria específica, mas está dividido em uma série de setores, dos quais, por sua vez, a maior parte também constitui provavelmente um ofício especial. Um operário desenrola o arame, um outro o endireita, um terceiro o corta, um quarto faz as pontas, um quinto o afia nas pontas para a colocação da cabeça do alfinete; para fazer uma cabeça de alfinete requerem-se três ou quatro operações diferentes; montar a cabeça já é uma atividade diferente, e alvejar os alfinetes é outra; a própria embalagem dos alfinetes também constitui uma atividade independente. Assim, a importante atividade de fabricar um alfinete está dividida em aproximadamente 18 operações distintas, as quais, em algumas manufaturas, são executadas por pessoas diferentes, ao passo,que em outras, o mesmo operário executa 2 ou 3 delas. Vi uma pequena manufatura desse tipo, com apenas dez empregados, e na qual alguns desses executavam 2 ou 3 operações diferentes. Mas, embora não fossem muito hábeis , e, portanto, não estivessem particularmente treinados para o uso das máquinas, conseguiam, quando se esforçavam, fabricar em torno de 12 libras de alfinetes por dia. Ora, uma libra contém mais de 4 mil alfinetes de tamanho médio. Por conseguinte, essas 10 pessoas conseguiam produzir entre elas mais de 48 mil alfinetes por dia. Assim, já que cada pessoa conseguia fazer 1/10 de 48 mil alfinetes por dia, pode-se considerar que cada produzia 4800 alfinetes diariamente. Se, porém, tivessem trabalhado independentemente um do outro, e sem que nenhum delas tivesse sido treinado para esse ramo de atividade, certamente cada um deles não teria conseguido fabricar 20 alfinetes por dia e talvez nem mesmo 1, ou seja: com certeza não conseguiria produzir a 240ª parte e talvez e nem mesmo a 4800ª parte daquilo que hoje são capazes de produzir, em virtudes de uma adequada divisão do trabalho e combinação de suas diferentes operações.

Aluno: Felipe Suzuki e profª Zilda
Fonte de pesquisa: Secretaria de Estado da Educação.

O GOLPE E A DITADURA MILITAR -

HOJE 31 DE MARÇO FAZ 50 ANOS 
DO GOLPE MILITAR DE 1964
link sobre ditadura militar no Brasil. Trata-se de uma reportagem multimídia da "Folha de São Paulo", contendo materiais e recursos audiovisuais sobre tal temática