O Projeto Contraturno elaborado e orientado pela Prof.ª Zilda Aparecida de Oliveira Lima, oportuniza aos alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Emílio de Menezes aprimorarem seus conhecimentos na área de História, atualidades e demais assuntos de estudo. Nestas aulas em contraturno (noite) os alunos preparam matérias referentes à atualidade, notícias e conteúdos que serão disponibilizados a toda comunidade, principalmente Emiliana.
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segunda-feira, 11 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
Plagio e os Direitos Autorais
Direitos
autorais é uma lei criada em 1998 que dá direito ao artista e escritor o
controle de suas obras.
O que é
reprodução e contrafação?
Reprodução é
uma cópia autorizada, pelo autor. Contrafação é uma cópia não autorizada pelo
autor, o que pode ser considerada plagio.
O que é
permitido?
De acordo
com o disposto no artigo 28 da Lei do Direito Autoral, cabe ao autor o direito
exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou
científica. E o artigo 29 dispõe que depende de autorização prévia e expressa do
autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução
parcial ou integral.
A Lei não
define o que é “pequeno trecho” de uma obra, nem tampouco versa sobre
porcentagem quando trata de pequeno trecho. É importante frisar que pequeno
trecho é um fragmento da obra que não contempla sua substância. Pequeno trecho
não se refere à extensão da reprodução, mas sim ao conteúdo reproduzido.
O que é
“pirataria editorial”?
É uma
editora que faz cópias não autorizadas pelo autor. Como se fosse uma editora
clandestina, que da muitos prejuízos aos autores e editores.
Fonte: www.abdr.org.br
Alunas: Jaíne Ariane Quinhone da Silva
Nayara dos Santos G. Fernandes
sexta-feira, 8 de março de 2013
Feliz dia internacional da mulher!
Dia
Internacional da Mulher
nós homens somos
nada sem ela
não paramos de pensar nela
por que quando
estou com ela ,fico com calor
calor mais
conhecido como amor
esta pessoa é a
Mulher
ela pode ser mae
ela pode ser
amiga
ela pode ser
colega
ela tem varias
qualidades
isto faz esse dia
ser tao especial
porque sem ela
não estaria aqui
porque toda
mulher;
tem um mistério
sem igual.
Aluno: Werik de Cristo
quinta-feira, 7 de março de 2013
Historinha do Mês: A Casa Queimada
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a
Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar
um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano...
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o
conservasse em cima da água. Ficou boiando a deriva durante muito tempo até que
chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado , porém vivo, agradeceu a Deus por este
livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu construir uma casinha para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava
proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque
agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir
na ilha. Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos
peixes, Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção
ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo
em prantos: “Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O
Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor
deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o senhor não tem compaixão de mim?”.
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma
voz dizendo: “Vamos Rapaz?” - Ele se virou para frente para ver quem estava
falando com ele, qual não foi surpresa quando viu em sua frente um marinheiro
todo fardado e dizendo: “ Vamos rapaz, nós viemos te buscar” “Mas como é
possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?” “Ora, amigo! Vimos os seus
sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me
mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.”
MORAL DA HISTÓRIA: É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados
quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos
de dor e sofrimento. Lembrem-se: Se algum dia o seu único abrigo estiver em
chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça
Divina. Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva pense nisso...
Historinha
retirada da revista EVANGELIZE Nº 185 – MARÇO/2013
Aluno: Gabriel Fedrigo Fantin 2° B
sexta-feira, 1 de março de 2013
Poema: "O Lixo"
Na aula inaugural
do projeto de contraturno turma 2013 foi feito uma encenação do poema
" O lixo" de Luís Fernando Veríssimo pelos alunos João Vitor Alarcon
e Larissa Guslen, após a encenação os alunos produziram um texto dando continuidade
ao poema.
Encontram-se
na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se
falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.- No seu lixo ou no meu?
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.- No seu lixo ou no meu?
Continuação produzida pelos
alunos do contraturno:
HORAS DEPOIS DURANTE O JANTAR
-Gostou do jantar? -
Larissa pergunta
- Gostei. - João responde
- Só do
jantar?
- Não, também amei sua
companhia.
- Voltando ao assunto do lixo,
o que mais você concluiu sobre mim?
- Pouca coisa, e você?
- Descobri que já nos
conhecíamos.
- Já? Como não me lembro de uma
moça simpática como você...
- Sabe aquela garota da foto,
Larissa, então, sou eu.
- Jura? Eu não sei o que
falar...
- Nossa! Mudei tanto assim?
- Muito, e pra melhor!
- E agora? O que vamos fazer em
relação a nós, parar ou continuar?
- Continuar claro, afinal o
futuro é sempre cheio de surpresas.
Texto: Cláudia Dias
Maynara Nicastro
Os Direitos Autorais
Os
direitos autorais são resumidamente uma proteção ao autor de qualquer obra.
Eles permitem que qualquer indivíduo não possa plagiar a obra sem permissão.
Sendo assim a ligação direta do autor e sua obra, podendo ser: textos, livros,
pinturas, esculturas, músicas, ilustrações, projetos de arquitetura, gravuras,
fotografias e etc...
Os
direitos autorais são divididos, para efeitos legais, em direitos morais e
patrimoniais.
Direitos
Morais
É o que
une o autor e sua obra defendendo sua própria personalidade.
Ex:
Pintores, escultores....
É
aquele que permite, não somente o autor, mas também outras pessoas usufruir
economicamente de sua obra.
Ex:
Músicos, Artistas, Ilustradores, etc.
Texto: Maynara
Nicastro
Rosa
Mariana - 3ºA
Turma de 2013
SEJAM BEM-VINDOS ao projeto contra-turno novos
alunos, que possamos fazer do contra-turno desse ano um lugar divertido e
descontraído aonde possamos conhecer e fazer amizade com todos os integrantes,
e o mais importante aprender e usufruir o máximo do conhecimento que nos é
concedido.
|
|
1
|
Murilo Trombini
|
3º A
|
||
2
|
Larissa Cristina
Guslen R. dos Santos
|
3º A
|
||
3
|
Rosa Mariana
Talarico Cardoso
|
3º A
|
||
4
|
Nayara dos Santos.
Garcia Fernandes
|
3º A
|
||
5
|
Claudia dos Santos
|
3º A
|
||
6
|
Maynara Peres
Nicastro
|
3º A
|
||
7
|
Natan Budny Vilas
Boas
|
3º C
|
||
8
|
Olivia Maria B.
Moreira
|
3º C
|
||
9
|
Ramires Gabriele
da C.
|
3º C
|
||
10
|
Matheus Brito
Spoliante
|
3º C
|
||
11
|
Josiane da Silva
Santos
|
3º C
|
||
12
|
João Vitor Alarcon
|
3º B
|
||
13
|
Eduardo Ercolin de
Souza
|
3º D
|
||
14
|
Bárbara Semeão
|
3º D
|
||
15
|
Kátia Tereza Moia
Lopes
|
3º D
|
||
16
|
Werik de Cristo
|
3º D
|
||
17
|
Laleska Nayara
Marino
|
2º FD
|
||
18
|
Karen da Silva
Reis
|
2º FD
|
||
19
|
Daniele Sena de
Santos
|
2º FD
|
||
20
|
Gabriela Perucci
|
2º FD
|
||
21
|
Ana Carina
Oliveira
|
2º FD
|
||
22
|
Gabriela Sarrão
|
2º C
|
||
23
|
Gabriel Fedrigo
Fantin
|
2º C
|
||
24
|
Felipe Henrique
Suzuki
|
2º C
|
||
25
|
Kelvin Leite Neski
|
2º D
|
||
26
|
Ellen Caroline
Nicolodelli
|
2º D
|
||
27
|
Larissa Aparecida
Gomes
|
2º D
|
||
28
|
Jaine Ariane
Quinhone da Silva
|
2º D
|
||
29
|
Isadora Gonçalves
|
2º D
|
||
30
|
Valdemir Matheus
G. S.
|
2º A
|
||
31
|
Ademir Apdo.
Xavier Junior
|
2º A
|
O que são Direitos Autorais?
Basicamente,
são os direitos de autoria que o autor tem sobre a sua obra. É importante pois,
garante que outra pessoa não cometa plágio com a obra do autor original.
Os
exemplos mais comuns, divulgados na mídia são dos artistas de obras literárias,
artísticas ou científicas.
O
plágio, ou o não comprimento das leis dos direitos autorais é considerado
crime, com pena de detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.
Texto: Ademir Xavier Júnior
Claudia
Dias
Direitos Autorais, o que são?
São um
conjunto de leis criadas para a circulação de um determinado anúncio,
propaganda, etc. Pois é com esses direitos que o Artista, Autor, a recuperação do
capital investido. E com isso tem a proteção de algum tipo de plagio.
Direitos
Autorais são definidos pelo seguinte termo “ Todos os direitos reservados”
Quando não é
considerado um plagio?
Qualquer
pessoa pode usar sua criação, desde que o nome do autor esteja creditado. Uma
edição que já se encontra num determinado site pode ser utilizada em um site,
mas não pode ser colocada em um livro para ser vendido.
Aluna: Kátia Tereza Moia Lopes
Fonte: http://www.brasil.gov.br/menu-de-apoio/sobre-o-site/direitos-autorais
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