quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Primeira Guerra Mundial 1914 a 1918

É importante saber o contexto histórico e causas:
Imperialismo - Dominação de imperios europeus em busca de territórios e recursos.
Nacionalismo - Os interesses da nação acima dos interesses particulares.
Paz Armada - Militarismo, os países compravam material bélico e estocavam.
Politica de Alianças - Os países europeus se faziam aliados a fim de vencer uma possível guerra. Tríplice Entente: Reino Unido, a França e o Império Russo. Tríplice Aliança: Império Alemão, o Império Áustro-Húngaro e o Reino da Italia.
O estopim para o inicio da guerra foi o assassinato do herdeiro do imperio Áustro-Húngaro.
A primeira guerra mundial teve 3 fases:
Guerra de movimento - Onde o exercito se posicionava e avançava os territorios.
Guerra de Trincheiras - Foi onde os soldados ficavam presos em trincheiras, onde em precárias condições eles viviam e devido a isso, morriam.
Saída da Rússia -  A Rússia sai da guerra pois passava por uma crise interna, a Alemanha afunda navios do Reino Unido com suprimentos dos Estados Unidos, devido a isso os Estados Unidos entra na guerra e define o fim. 
No fim da guerra, houve um acordo chamado Tratado de Versalhes onde a Alemanha teve de pagar indenizações aos países vencedores, isso trouxe o fim da guerra.


Alunos: Ana Luisa Rosa
                Thiago Ramos
 

sábado, 3 de dezembro de 2016

O fim da União Soviética e do socialismo no Leste Europeu

A fragmentação da União Soviética fez surgirem novas nações e pôs fim à Guerra Fria.



  Uma grande potência industrial

A União Soviética crescendo extraordinariamente desenvolvendo conhecimento técnico e científico ficava em rivalidade com os Estados Unidos  e qualificando uma imensa mão de obra.
  Os Estados Unidos tendo escolha em ou investir na população ou em armamentos
para a corrida armamentista e a corrida espacial escolheu investir em seus armamentos ao envés do povo o povo teve que enrfentar A baixa produção de ali-
mentos e de bens como eletrodomésticos,roupas, e calçados obrigava a população
a enfrentar  longas filas para adquirir produtos básicos.


  A crise que levou ás reformas



Resumo feito pelo Aluno BRUNO  APARECIDO FERREIRA
PESQUISADO NO LIVRO PROJETO A RÁRIBÁ

O Fim da União Sovietica e do socialismo no Leste Europeu

A fragmentação da União Soviética fez surgirem novas nações e pós fim a Guerra Fria

               Uma Grande Potencial Industrial


O Crescimento econômico da União Sovietica após a Segunda Guerra mundial foi extraordinário.Os Soviéticos construíram uma enorme industria de base,desenvolveram um conhecimento técnico e cientifico que rivalizava com o dos Estados Unidos e qualificaram uma imensa mão de obra.
  A produção agricola e de bens de consumo, no entanto, não acompanhou o crescimento industrial.

                A Crise Que levou ás Reformas
A Partir Da Década de 1970, a economia do país começou a mostrar sinais de empobrecimento generalizado.A baixa produtividade no campo obrigou o governo a importar alimentos e a criar subsídios para baratear preços dos Cereais.Além disso,a produção bélica consumia a maior parte dos Recursos do Estado,deixando outros ramos industriais em segundo plano.
  As Condições de vida se deterioram tanto que a expectativa de Vida Caiu de 66 para 62anos, e a Mortalidade infantil aumentou.

                 As Reformas de Gorbachev   

Em 1985,o secretario geral do partido comunista Mikhail Gorbachev iniciou um ousado programa de reformas econômicas e politicas conhecidas como Perestroika (reestruturação da economia) e glasnost (Transparência  Politica).

                  O Fim da União Soviética 

Em Agosto de 1991,membros ultraconservadores do alto escalão do partido Comunista tentaram Dar Um Golpe De Estado para depor Gorbachev. Sob a liderança do então presidente da federação Russa, Boris Yeltison no Homen mais Forte do país.
  No entanto,a crise politica e econômica se agravou e os movimentos nacionalista se intensificaram.


Texto Resumido Pelo Aluno: Luiz Felipe S Cestari

Pesquisado no Livro De Historia: Projeto Araribá 

Crise capitalista e regimes totalitarios

Crise de 1929 - Grande depressão
fim da primeira guerrra -europa- arrasada
                                                                - individada
                                                                -  ascensão do Eua
   Economia-Expansão
    -Abastecer mercado europeu
-Belle Epogue- otimismo
-circulo Vituoso
- Emprego                                                             Cap. 3
                                                                                  Regimes totalitários
                -Salário
                 - Consumo                                                  Crise 1929 Depressão 1933

                 - Produção
Investimento - mercado de ações
bolsa de valores                                                                                                      
 A
Partir meados década 1920
- Economia Europeia recompoem
- Passa a comprar menos Eua
-Retração do mercado
24\10\1929 -Quebra da bolsa de valores deNova iorque
-Falẽncias \ do desemprego \miséria
círculo vicioso- Sem  emprego
                           Sem salário
                           Não compra
                           Não produz
 NealDeal- Rooservelt- 1933
Medidas para sair da Crise
-salário desemprego
 - Empréstimos               Governo
                                              Intervém p \ Reconstruir a Economia
 - frentes de trabalho
-falgmentos de preços

Aluno: Breno Arnon aguilhera   n º 6 - série  3º C

REVISAO SOBRE A REVOLUÇAO RUSSA

Antecedentes: declínio e queda  do Império Russo
o contexto histórico russo do inicio do século XX, que gerou um clima favoravel a ocorrência da revolução.
situação politica:
governo dos czares - O czar governava com um poder absoluto, favorecendo a nobreza rural, formavam uma base de apoio político da monarquia absolutista russa.
Situação social: 
sociedade rural - No inicio do século XX, a economia do Império Russo era totalmente rural, com predomínio na produção de trigo. A maioria da população em cerca de mais de 80% morava no campo e era composta por camponeses pobres, que viveram até 1861 sob o regime de servidão. Contudo, mesmo depois da abolição jurídica da servidão a vida dos camponeses não melhorou. 
industrialização tardia - A industrialização do Império Russo teve inicio no governo de Czar Nicolau II. Ofereceu vários incentivos para a entrada de capitais estrangeiros no país, tendo principalmente da França, Alemanha e Bélgica. Formou uma classe operaria de aproximadamente 3 milhões de pessoas, recebiam um salário extremamente miserável eram sujeitos a uma carga extrema de 12 horas diárias de trabalho. Dentro dessas condições, vários grupos de trabalhadores russos reagiram e construíram projetos políticos. resultando em criações de entidades operarias, inspiradas em ideias socialistas e revolucionarias - Sovietes. 

Texto feito pelo aluno Raul Cruz no 3º ano do Ensino Médio. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

REVISÃO SOBRE REVOLUÇÃO RUSSA


Bolcheviques: partido político formado por camponeses operários e comerciantes. Pretendiam fazer a Revolução Russa a partir da luta armada.
Bolcheviques (majoritário) - defendiam a revolução socialista, a instalação da ditadura do proletariado, com a aliança dos operários e camponeses. Tinham com líder Lenin e apoiavam-se nos sovietes.
Os bolcheviques defendiam uma mudança radical de política para o povo, defendendo uma revolução socialista armada, caso necessário.

Mencheviques: partido político formado pela nobreza e burguesia. Pretendiam fazer a Revolução Russa pacificamente através de novas leis.
Mencheviques (minoritários) - marxistas ortodoxos que pregavam o amadurecimento do capitalismo, para só então almejar o socialismo. Defendiam uma revolução burguesa contra o czarismo, liderada pela Duma, pleiteando transformações progressivas na sociedade. Entre seus principais líderes destacaram-se Gheorghi Plekhanov e principalmente Iulii Martov.
Os mencheviques defendiam uma revolução moderada, permitindo primeiro a democracia e o pleno desenvolvimento do capitalismo para só depois implantar o socialismo.

ALUNA:GABRIELE DE ALMEIDA CARDOSO 3°D

Censura e ínicio da Era Vargas -Parte 1-

 Para falarmos sobre a censura da Era Vargas primeiro precisamos ver sobre o que aconteceu durante as eleições até chegarmos a censura.
 Nas eleições de 1930 em que Júlio Prestes saiu vitorioso das eleições presidenciais, realizadas em dia 1 de março. Seu principal adversário, o candidato da AL, Getúlio Vargas, fora derrotado.
 No entanto, os líderes da AL recusaram-se a aceitar esse resultado,afirmando que a vitória de Júlio não passava de fraude.
 O clima de revolta após as eleições presidenciais de 1930 foi aumentando em várias regiões do país. Atribui-se ao governador mineiro Antônio Carlos uma frase que simboliza a tensão existente na época: Façamos a revolução, antes que o povo faça.
 Essas palavras demonstram que as elites da Aliança liberal, preocupadas com as insatisfações populares, tinham consciência de que era preciso agir rapidamente para assumir o comando do processo político. Caso contrário, outros fariam. A revolta ganhou mais intensidade quando João Pessoa, candidato a vice-presidente pela AL, foi assassinado por motivos pessoais e políticos, em 26 de julho de 1930. Esse episódio levou à união e á organização das oposições contra o gorverno.
 Reconhecendo o avanço da guerra civil, militares do Rio de Janeiro, liderados pelos generais Mena Barreto e Tasso Fragoso, aliaram-se aos revoltosos e depuseram o presidente Washington Luís, no dia 24 de outubro, poucas semanas antes de seu fim de mandato.
 No dia 3 de novembro de 1930, no Palácio do Catete, o poder foi entregue a Getúlio Vargas considerado o chefe político do movimento de 1930.
 Suas primeiras providências tomadas na presidência foram:
*Suspensão da constituição republicana de 1891;
*Fechamento dos órgãos de poder legislativo;
 *Indicação de interventores militares ligados ao tenentismo para chefiar os governos estaduais.

 Aos poucos o governo vargas se mostrou cada vez mais centralizador e também demonstrando interesse em defender as riquezas nacionais. Tudo isso assustou os opositores especialmente os de São Paulo, que desejavam a volta das práticas existentes na 1 república e temiam mudanças socioeconômicas.
 Para enfrentar o governo federal, os líderes do partido Republicano Paulista formaram uma frente única com líderes do Partido Democrático que haviam apoiado a posse de Getúlio em 1930, mas estavam descontentes com a nomeação do interventor João Alberto Lins e Barros para governar São Paulo.
 A oposição política passou a exigir a nomeação de um interventor civil e paulista para o estado. Cedendo a Essas pressões, o presidente Vargas nomeou Pedro de Toledo para a função, mas isso não foi suficiente para silenciar a oposição de São Paulo, que também pedia novas eleições e a convocação de uma assembleia Constituinte. Como ainda controlavam o viciado sistema eleitoral da região, os ricos fazendeiros paulistas acreditavam que, com novas eleições poderiam retomar o controle da situação.
 Instalou-se, então em São Paulo, um movimento constitucionalista que alcançou as ruas, protestado contra o governo federal. Isso mobilizou parte da população. em 23 de maio de 1932, quatro estudantes do estado paulista morreram em confronto com a polícia, numa manifestação pública contra o governo federal. Esse fato exaltou ainda mais os ânimos.
 Com as letras inicias dos nomes desses estudantes mortos, formou-se a sigla MMDC, que se tornou símbolo do movimento no estado. No dia 9 de julho de 1932, teve início a chamada revolução Constitucionalista, que mobilizou 30 mil pessoas armadas em São Paulo para lutar contra o governo federal.

Texto feito por Mario Henrique Reghini

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Era Vargas

Como Getúlio Vargas chegou ao poder? 
Com o rompimento do acordo da política do café com leite, onde o presidente paulista Júlio Prestes sai vitorioso em 1930. E pela derrota do candidato da Aliança Liberal, Getúlio Vargas, e os líderes da AL, se recusaram a aceitar o resultado, afirmando que a vitória Júlio Prestes era fraude.
A revolta foi crescendo em várias regiões do país, que acabou atingindo diversos grupos sociais (operários, militares, profissionais liberais etc.). E criou mais intensidade quando João Pessoa, vice-presidente da Aliança Liberal, foi assassinado por motivos pessoais e políticos. Isso levou à união e à organização das oposições contra o governo.
Em 3 de outubro iniciou-se uma luta armada no estado do Rio Grande do Sul, se espalhando pelos estados de Minas Gerais, Praíba e Pernambuco, com o objetivo de impedir a posse de Júlio Prestes como presidente. 
Com isso, militares do Rio de Janeiro, liderados pelos generais Mena Barreto e Tasso Fragoso, se aliaram aos revoltosos , depondo o presidente Washington Luís em 24 de outubro, faltando algumas semanas de seu mandato.
No dia 3 de novembro de 1930, Getúlio Vargas entra para o poder, considerado o chefe político do movimento de 1930 (Revolução de 1930).
E assim termina a Primeira República e se dava início a uma nova etapa na história do Brasil, marcada pelolíder gaúcho. Essa época foi estendida até 1945, conhecida como Era Vargas ou período getulista. Nesse tempo, aconteceram significativas transformações socioeconômicas no país, devido aos novos rumos dados às políticas públicas.
A divisão do período tradicionalmente adotada pelos historiadores nos mostra: O Governo Provisório (1930-1934), Governo Constitucional (1934-1937) e o Governo Ditatorial ou Estado Novo (1937).

Governo Previsório
Uma das primeira providências tomadas por Getúlio Vargas ao chegar à Presidência da República, são:
  • suspensão da Constituição republicana de 1891;
  • fechamento dos órgãos do Poder Legislativo (Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais);
  • indicação de interventores militares ligados ao tenentismo para chefiar os governos estaduais.
Getúlio pretendia desmontar a estrutura política da Primeira República, baseada no poder dos coronéis-fazendeiros. Os interventores acreditavam que em pouco tempo a força dos grupos políticos tradicionais seriam eliminadas. Não foram, mas reduziram o poder dos representantes dos fazendeiros que sustentavam o regime deposto em 1930.
Aos poucos seu governo se revelou mais concentralizador, demonstrando preocupação com a questão social e interesse em defender as riquezas nacionais.

Maria Isabela M.     2°C

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Crise da década de 1929

 Foi a crise dos Fazendeiros, que acarretou o enfraquecimento do poder político dos coronéis, na década de 1920 ocorreu um grande declínio no preço do café aqui no Brasil como também houve um alto crescimento no setor no cafeeiro e das atividades vinculadas a essa parte. A política do café com leite ou aliança entre Minas Gerais e São Paulo mesclava em maior menor generalismo implantado na constituição de 1891, que concedeu ao estados grande autonomia.
Em 1929 com a crise da bolsa de valores dos EUA, o grande comprador do café brasileiro teve que "romper" as compras de café, na época os EUA era o país que mais comprava o café e com a crise ocasionada pela quebra bolsa de valores o Brasil acabou entrando nessa crise devido à sua dependência de vendas sobre o café e com uma alta quantidade de café sem comprador, isso acabou ocasionando o rompimento da aliança do café com leite pois os coronéis acabaram enfraquecendo na área política, e para contornar a situação eles decidiram se livrar da grande quantidade de café (doando aos pobres, vendendo por um preço muito baixo ou até mesmo jogando-o fora), mas essa tentativa causou um grande descontentamento por parte dos fazendeiros que estavam vendo seu esforço sendo jogado fora causando muitas manifestações por parte dos fazendeiros .
 No fim dessa crise os americanos elegeram o democrata Franklin Delane Roosevelt para a presidência, na esperança que ele reerguesse os EUA a economia. No ano de 1933 ele pôs em pratica o projeto New Deal (do inglês novo acordo), que dava acesso ao governo para tomar controle dos preços e a produção e as fazendas, dessa maneira foi possível controlar a inflação e evitar o acùmulos de estoque, o projeto também tinha como intenção de fazer investimentos em projetos públicos tais como o seguro desemprego que foi feito no intuito de movimentar a economia (uma pessoa desempregada irá ganhar um salário para gastar com o que bem entender, isso fará com que aconteça uma movimentação na industria ecônomica e gerar emprego).

Texto feito pelo aluno Mario Henrique Reghini

Crise do Café: A agonia da primeira república

1930 foi um ano difícil para os cafeicultores. O historiador Boris Fasto, diz que o valor das vendas externas do produto naquele ano declinou em mais de 35%. A causa principal dessa queda brusca das exportações do café foi a crise mundial do capitalismo.

Quebra da bolsa de Nova York
Em consequência a crise de 1929, vários países foram abalados economicamente. O principal motivo dessa crise foi a superprodução da indústria dos Estados Unidos, que cresceu além das necessidades dos mercados interno e internacional.
A queda brutal do valor das ações na Bolsa de Valores de Nova York, em outubro de 1929, foi o marco dessa crise. Levando muitas empresas e bancos à falência e milhões de trabalhadores estadunidenses ficaram, desempregados.

Recessão Econômica
Com a redução de vendas, os comerciantes estadunidenses reduziram suas compras. Que afetou gravemente a enonomia das nações que dependiam das importações dos Estados Unidos.
Assim como no Brasil, deixando de vender milhões de sacas de café para o mercado estadunidense, que causou um desastre econômico, que levou muitos cafeicultores brasileiros à falência e o país à recessão.
A crise do café afetou diversos setores da economia brasileira da época, pois a maior parte do capital das elites econômicas estava investida nesse produto.
A cafeicultura era a atividade econômica mais dinâmica, pelo valor de sua exportação e por toda a importação que custeia. Era produzido em unidades monocultoras, as fazendas de café são os principais núcleos de consumo das safras de alimento. O café também move o sistema de transportes, implantando estradas, ferrovias e portos para servi-lo.

Crise Política
O enfraquecimento econômico dos cafeicultures era também o declínio de seu poder, contribuindo para desestruturar as bases políticas que sustentavam a Primeira República. Se manifestou nas eleições de 1930, no momento de indicar o candidato presidencial à sucessão de Washington Luís.
As elites políticas de Minas Gerais e de São Paulo não chegaram a um acordo sobre o nome a ser indicado para a sucessão. Os políticos em São Paulo apoiavam o candidato Júlio Prestes, do Partido Republicano Paulista (PRP), que era governador do estado. Já os mineiros apoiavam Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, que era o governor de Minas Gerais pelo Partido Republicano Mineiro (PRM).

Aliança Liberal
Com o rompimento do acordo da política do café com leite (desentendimento entre os partidários do PRP e PRM), agitou a cena  política do país, pois a oposição aproveitou o momento para conquistar espaço e formar alianças.
Nisso surge a Aliança Liberal (AL), agrupamento político que reunia líderes do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e da Paraíba.
Nas eleições presidencias de 1930, a Aliança Liberal  lançou o governador gaúcho, Getúlio Vargas, para presidente da República e o governador paraibano, João Pessoa, para vice-presidencial.
Os dois candidatos tiveram apoio de diferentes grupos sociais e políticos, os renovadores queriam acabar com o esquema político tradicional da Primeira República, quanto aqueles que pretendiam apenas conservar o poder em suas mãos. Era o caso do governador de Minas Gerais, Antônio Carlos, que passou a apoiar a Aliança Liberal depois de ter rompido com o governo do estado de São Paulo.
AL apresentava um programa de reformas em que os principais pontos eram:
  •  instituição do voto secreto (para acabar com as fraudes eleitorais e a pressão dos coronéis);
  • a criação de algumas leis trabalhistas (regulamentação do trabalho dos adolescentes e das mulheres, direito de férias etc.);
  • incentivo á produção industrial
Esse programa era aceitado entre as classes médias urbanas e militares ligadas ao tenentismo, dada a semelhança entre as propostas dos dois.

Maria Isabela M.    2°C