Hoje, nós alunos do 1º ano, viemos estudar no contraturno a matéria de história do PAS UEM.
Aprendemos sobre a Grécia Antiga, a democracia ateniense e o governo oligárquico espartano.
Muitos vestígios da cultura Grega, está presente no nosso cotidiano, como: a democracia, filosofia.
Alunos: Eduarda Zacharias 1ºB
João Ferreira 1ºC
O Projeto Contraturno elaborado e orientado pela Prof.ª Zilda Aparecida de Oliveira Lima, oportuniza aos alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Emílio de Menezes aprimorarem seus conhecimentos na área de História, atualidades e demais assuntos de estudo. Nestas aulas em contraturno (noite) os alunos preparam matérias referentes à atualidade, notícias e conteúdos que serão disponibilizados a toda comunidade, principalmente Emiliana.
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terça-feira, 22 de novembro de 2016
A Revolução Russa
NO INÍCIO DO SÉCULO XX A RÚSSIA ERA UM PAÍS ATRASADO ECONOMICAMENTE, TENDO 80% DA SUA ECONOMIA VOLTADA NO CAMPO E SÓ 20% DA CIDADE TINHA INDUSTRIALIZAÇÃO. VIVIAM EM UMA MONARQUIA ABSOLUTISTA, TENDO COMO REPRESENTANTE CZAR NICOLAU II.
OS TRABALHADORES VIVIAM EM EXTREMA MISÉRIA E SEM DIREITOS, PAGAVAM ALTOS IMPOSTOS PARA SUSTENTAR A BASE DO GOVERNO DE CZAR DE FORMA DESCONTENTE.
A GUERRA CONTRA JAPÃO, A ENTRADA NA 1° GUERRA MUNDIAL, FIZERAM AGRAVAR A RELAÇÃO DO POVO COM CZAR. A INSATISFAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS E URBANOS MANIFESTANDO A DEMOCRACIA, MELHORES SALÁRIOS, EMPREGOS E O FIM DA MONARQUIA.
A GUERRA CONTRA JAPÃO, A ENTRADA NA 1° GUERRA MUNDIAL, FIZERAM AGRAVAR A RELAÇÃO DO POVO COM CZAR. A INSATISFAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS E URBANOS MANIFESTANDO A DEMOCRACIA, MELHORES SALÁRIOS, EMPREGOS E O FIM DA MONARQUIA.
EM 1905 OCORRE O MASSACRE DO DOMINGO SANGRENTO, LIDERADO POR MILITARES COM O COMANDO DE CZAR. O MOTIVO FOI A MANISFESTAÇÃO, PACIFICA, DE MAIS DE 100 MIL TRABALHADORES.
PARA CONTORNAR TODA ESSA SITUAÇÃO E CONTINUAR NO PODER, CZAR RECORRE A "REFORMAS LIBERAIS", FORMANDO UMA NOVA CONSTITUIÇÃO E ACABANDO COM O SEU SISTEMA ABSOLUTISTA.
COMEÇAVA ASSIM UMA REVOLTA MAIOR AINDA POR PARTE DOS TRABALHADORES, FILHOS DA REVOLUÇÃO.
INFLUENCIADOS POR IDEIAS DE KARL MARX, STALIN E LENIN.
TEMOS DOIS GRUPOS REVOLUCIONÁRIOS, DO POSR, SENDO ELES:
-BOLCHEVIQUES: MAIORIA. ERAM MAIS RADICAIS E PENSAVAM NA IMPLANTAÇÃO IMEDIATA DO SOCIALISMO/COMUNISMO.
-MENCHEVIQUES: MINORIA. ACREDITAVAM QUE ERA MELHOR A IMPLANTAÇÃO DO NOVO SISTEMA (SOCIALISMO) DE FORMA GRADUAL E LENTA, COM LIGAÇÃO COM A BURGUESIA.
EM 1917 CZAR PERDE O COMANDO E KERENSKY (MENCHEVIQUE) ASSUME COMO GOVERNANTE PROVISÓRIO.
KERENSKY POUCA COISA MUDOU NA RÚSSIA. LENIN (BOLCHEVIQUES) ORGANIZOU OUTRA REVOLUÇÃO QUE OCORREU EM OUTUBRO EM 1917. COM A SUA IDEOLOGIA, LÊNIN PROPÔS PÃO, TERRA E PAZ E ENFIM CONSEGUIU IMPLANTAR O SOCIALISMO NO TERRITÓRIO RUSSO. A TERRA FOI REDISTRIBUÍDA PARA OS CAMPONESES, A INDUSTRIA ACOLHEU SEUS TRABALHADORES E O BANCO FOI NACIONALIZADO.
LÊNIN TAMBÉM PROMOVEU A ANISTIA E A RETIRADA DA RÚSSIA DA 1° GUERRA INSTAURANDO ASSIM UM PARTIDO ÚNICO: PC (PARTIDO COMUNISTA)
KERENSKY POUCA COISA MUDOU NA RÚSSIA. LENIN (BOLCHEVIQUES) ORGANIZOU OUTRA REVOLUÇÃO QUE OCORREU EM OUTUBRO EM 1917. COM A SUA IDEOLOGIA, LÊNIN PROPÔS PÃO, TERRA E PAZ E ENFIM CONSEGUIU IMPLANTAR O SOCIALISMO NO TERRITÓRIO RUSSO. A TERRA FOI REDISTRIBUÍDA PARA OS CAMPONESES, A INDUSTRIA ACOLHEU SEUS TRABALHADORES E O BANCO FOI NACIONALIZADO.
LÊNIN TAMBÉM PROMOVEU A ANISTIA E A RETIRADA DA RÚSSIA DA 1° GUERRA INSTAURANDO ASSIM UM PARTIDO ÚNICO: PC (PARTIDO COMUNISTA)
Nathália de A. Kretschmer 3°A
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
ENCERRAMENTO DO PROJETO CONTRATURNO
Hoje após 5 anos e três meses encerramos este projeto Contraturno por iniciativa da SEED. Agradeço a Deus e a todos os alunos que participaram no decorrer destes anos e contribuíram com suas postagens para manutenção e enriquecimento deste blog. Espero ter contribuído na formação pessoal e profissional de vocês. Desejo a todos vocês muito sucesso e por onde eu for levo comigo um pouquinho de vocês em meu coração. A justificativa que me foi dada: "é para cortar gastos!" Sempre acreditei na educação como investimento.
Um beijo a todos
Profª Zilda
Agradeço também as 293.652 visualizações deste blog até a presente data!
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Início da Era Vargas
O ano de 1930 foi difícil para os cafeicultores brasileiros. De acordo com Boris Fausto, o valor das vendas para fora do país caiu em mais de 35%, a principal causa disso foi a crise do capitalismo.
Em 1929 por causa da crise muitos países foram abalados economicamente.
Em 1929 por causa da crise muitos países foram abalados economicamente.
O enfraquecimento dos cafeicultores significou o declínio de seu poder, contribuindo para desestruturar as bases políticas que sustentavam a Primeira República. Isso se manifestou nas eleições de 1930, no momento de indicar um cadidato ao cargo presidencial para a sucessão de Washington Luís.
As elites de Minas Gerais e de São Paulo não conseguiram chegar a um acordo sobre o nome a ser indicado para sucessão. Os políticos da situação em São Paulo apoiavam Júlio Prestes, do Partido Republicano Paulista, que era, então, governador do estado. Os políticos mineiros apoiavam Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, que era governador de Minas Gerais pelo Partido Republicano Mineiro.
O rompimento do acordo da política "café com leite", o desentendimento entre os partidos PRP e PRM, agitou a cena política do país, pois a oposição aproveitou o momento para conquistar espaço e formar alianças. Foi nesse contexto que nasceu a Aliança Liberal, agrupamento político do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e da Paraíba.
Nas eleições de 1930, a AL lançou o governador gaúcho, Getúlio Vargas, para a presidência e João Pessoa como vice. Os candidatos passaram a ter o apoio de diferentes grupos sociais e políticos, tanto de renovadores quanto de conservadores. Era o caso do governador de Minas Gerais, Antônio Carlos, que passou a apoiar a AL depois de ter rompido com o governo de São Paulo.
A AL apresentava um programa de reformas cujos principais pontos eram:
* a instituição do voto secreto
* a criação de algumas lei trabalhistas
* o incentivo à produção industrial.
Texto feito pelo aluno Mario Henrique Reghini
Tenentismo
Após uma década da Revolta da Chibata, o descontentamento de diversas camadas sociais com o tradicional sistema oligárquico que dominava a política brasileira estava crescendo. Esse descontentamento era notado entre as populações dos grandes centros urbanos, que não estavam diretamente sujeitas às pressões dos coronéis.
Esse clima atingiu as forças armadas, se espalhou entre jovens oficiais, a maioria dos tenentes. E acabaram criando uma série de rebeliões, como parte de um movimento político-militar, conhecido como tenentismo.
O movimento pretendia conquistar o poder pela luta armada e promover reformas na Primeira República. Entre suas principais reivindicações, incluíam-se:
- Moralização da administração pública e o fim da corrupção eleitoral;
- Voto secreto e ma Justiça Eleitoral confiável;
- Defesa da economia nacional contra a exploração das empresas e do capital estrangeiro;
- Reforma da educação pública, para que o ensino fosse gratuito e obrigatório a todos os brasileiros.
A maioria das propostas constava com a simpatia de grande parte da classe média suburbana, produtores rurais que não pertenciam ao grupo que estava no poder e alguns empresários da indústria.
Para o historiador Boris Fausto, os tenentes pretendiam dotar o país de um poder centralizado, com o objetivo de educar o povo e seguir uma política vagamente nacionalista. Queriam reconstruir o Estado para construir a nação. Mesmo não chegando nessa época a formular um programa antiliberal, os "tenentes" não acreditavam que o "liberalismo autêntico" fosse o caminho para a recuperação do país. Faziam restrições às eleições diretas, ao sufrágio universal, insinuando a crença em uma via autoritária para a reforma do Estado e da sociedade.
Fazem parte do tenentismo a Revolta do Forte de Copacabana, as Revoltas de 1924 e a Coluna Prestes. Nenhuma produziu efeitos imediatos na estrutura política brasileira. Porém, a chama da revolta contra o poder e os privilégios das oligarquias sempre estiveram acesas.
Revolta do Forte de Copacabana (1922)
Teve início em 5 de julho de 1922, no Forte de Copacabana, com uma tropa de aproximadamente 300 homens. Os revoltosos decidiram impedir a posse do presidente Artur Bernardes.
Tropas fiéis ao governo isolaram os rebeldes, que não tiveram condições para resistir. Mesmo com a superioridade das forças governamentais, 17 tenentes e um civil saíram às ruas para um corpo a corpo com as tropas opositoras. Apenas dois revoltosos escaparam com vida nessa luta, os tenentes Eduardo Gomes e Siqueira Campos.
Esse episódio ficou conhecido como Revolta do Forte de Copacabana ou Os Dezoito do Forte.
Revoltas de 1924
Acontece dois anos após a Revolta do Forte de Copacabana, nas regiões como Rio Grande do Sul e São Paulo.
Em São Paulo, aconteceu em 5 de julho, liderada pelo general Isidoro Dias Lopes, pelo tenente Juarez Távora e por políticos como Nilo Peçanha. Com um conjunto de aproximadamente mil homensm os revolucionários rapidamente ocuparam os lugares mais estratégicos da cidade, travando diversas batalhas com as forças do governo.
O governo paulista se viu obrigado a fugir da capital para uma localidade próxima, onde podia organizar melhor a reação contra os rebelde. E recebeu reforços militares do Rio de Janeiro, preparando uma violenta contraofensiva.
Depois de mais de vinte dias no controle, os rebeldes acabaram abandonando a cidade, pois não tinham condições de resistir. Então se forma uma numerosa e bem-armada tropa de rebeldes (Coluna Paulista), liderada pelo militar Miguel Costa, que seguiu em direção ao sul do país, ao encontro de outra coluna militar tenentista, sendo a tropa liderada pelo capitão Luís Carlos Prestes, que partira do Rio Grande do Sul.
Coluna Prestes (1924-1926)
As forças tenentistas de São Paulo e do Rio Grande do Sul se uniram em Foz do Iguaçu, no Paraná, e decidiram seguir juntas o país, buscando o apoio popular para novas revoltas contra o governo, com a líderança de Miguel Costa e Luís Carlos Prestes, com isso nasce a Coluna Prestes, nome conhecido entre os historiadores.
Durante mais de dois anos, esse movimento percorreu 24 mil quilômetros, através de 12 estados brasileiros. Sempre perseguida pelas forças do governo, mas através de manobras militares, sempre escapavam. Em 1926, os homens que permaneciam na coluna decidiram entrar na Bolívia e desfazer as tropas.
A Coluna Prestes não provocaram revoltas capazes de ameaçar seriamente o governo, mas não foi derrotada por ele, o que demonstra que o poder na Primeira República não inatacável. Luís Carlos Prestes voltou ao país posteriormente, e se tornou um dos principais líderes do Partido Comunista. Miguel Costa também retornou ao Brasil e aderiu em 1935 à Aliança Nacional Libertadora (ANL), organização política anti-integralista.
Maria Isabela M.
MENSAGEM DOS ALUNOS DO CONTRATURNO
Os
alunos do Projeto Contraturno do Colégio Emílio de Menezes observam
as regras básicas de boa convivência e compartilham com os demais
alunos do Colégio.
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Chegou?
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Cumprimenta!
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Já vai?
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Se despeça!
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Recebeu um favor?
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Agradeça!
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Prometeu?
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Cumpra!
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Ofendeu?
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Se desculpe!
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Não entendeu?
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Pergunte!
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Tem?
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Compartilha!
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Não tem?
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Não inveje?
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Sujou?
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Limpa!
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Não curte?
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Respeita!
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Ama?
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Demonstre!
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Não vai ajudar?
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Não atrapalhe!
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Quebro?
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Conserte?
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Pediu emprestado?
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Devolva!
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Falaram contigo?
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Responde!
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Acendeu?
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Apague!
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Abriu?
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Feche!
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Comprou?
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Pague
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Experência no Contra-turno
Neste ano participei do projeto com o intuito inicial de ver um pouco mais do conteúdo de história, mas acabei vendo e aprendendo sobre política e um pouco sobre sociologia. Participei de uma visita a Câmara municipal de minha cidade, aprendi um pouco mais sobre a história brasileira e americana, seus sistemas legislativo, aprendi um pouco mais sobre as leis e artigos que defendem os povos nativos, idosos e todos os tipos de etnias. O tempo que desfrutei no contra-turno foi bom, e é uma pena que não poderei mais fazer isso pois o projeto será fechado, por motivos que ainda não possuo conhecimento.
Texto feito pelo aluno Mario Henrique Reghini
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
1ª República-Revoltas Urbanas
Nem todas as revoltas da 1ª Replica aconteceram no campo ou interior do país. Algumas das maiores cidades (Capital da República e Rio de Janeiro), ocorreram diferentes movimentos populares ou de alguns grupos que se sentiam oprimidos da ordem social vigente. Entre esses movimentos, se destacam a Revolta da Vacina, a Revolta da Chibata e o Tenentismo.
A Revolta da Vacina (1904), teve começo no século XX, a população do Rio de Janeiro enfrentava graves problemas sociais e de saneamento, com isso milhares de pessoas morriam em epidemias como febre amarela, peste bubônica e varíola.
Porém mesmo com essa grave situação, os governos republicanos queriam transformar o Rio de Janeiro na "capital do progresso" um cartão- postal que mostrasse ao país e ao mundo "o novo tempo" trazido pela República.
Com essa decisão tomada, as obras que seriam realizadas iria ter de ser demolidos cortiços e casebres dos bairros centrais, ou seja, quem morasse nesses locais, não teriam alternativas oferecidas pelo governo e passaram a viver em barracos nos morros do centro ou no subúrbio. Isso gerou muita insatisfação entre a população mais pobre.
O governo federal concentrou suas intenções e recursos na reforma da capital, junto com o combate às epidemias locais. Com isso o médico sanitarista Oswaldo Cruz (1872-1917), diretor da Saúde Pública, convence o presidente a tornar a vacinação obrigatória contra a varíola. Porém a população não tinha quase nenhuma informação sobre os benefícios da vacina. Para alguns a vacina em mulheres era considerada imoral, para outros, ser obrigado a tomar a vacina iria ferir a liberdade individual. Outros ainda, não sabiam que poderiam evitar a doença com a introdução do vírus no corpo da pessoa.
Esse descontentamento aconteceu no período de 10 a 15 de novembro de 1904, uma revolta popular no Rio de Janeiro. Políticos e militares de oposição, vendo a situação, tentaram derrubar Rodrigo Alves da República, mas não conseguiram. O governo dominou os revoltosos usando tropas do corpo de bombeiros e da cavalaria, com cerca de 50 mortos e mais de 100 feridos. Centenas de participantes dos conflitos foram presos e deportados para o Acre.
Revolta da Chibata (1910), teve o começo 6 anos depois da Revolta da Vacina, em 22 de novembro de 1910, houve outra outra insurreição no Rio de Janeiro: aproximadamente 2 mil membros da Marinha brasileira, liderados por João Cândido, se rebelaram contra os castigos físicos que recebiam nessa instituição, dando início a Revolta da Chibata.
A Marinha do Brasil, no início do século XX, mantinha em seu código disciplinar algumas normas que remontavam aos séculos XVII e XIX, entre eles havia a punição dos marinheiro, por faltas graves, recebiam 25 chibatadas. Essa punição humilhante era aplicada na presença dos demais companheiros, obrigados a assistir ao açoite dos faltosos.
Esse indignação das tribulações crescia. A tolerância a esses maus-tratos chegou ao limite quando um marujo do encouraçado Minas Gerais, recebeu uma punição de 250 chibatadas uma quantidade 10 vezes superior.
Quando o encouraçado chegou à baía de Guanabaram, sua tribulacão amotinou-se. Tomaram o comando primeiro de Minas Gerais, em seguida, acompanhados dos marujos dos encouraçados de São Paulo, Bahia e Deodoro, também assumiram o controle de seus respectivos navios.
Em seguida, todos apontaram os canhões para a cidade do Rio de Janeiro e mandaram um aviso ao presidente da República, explicando as razões da revolta e fazendo exigências. Queriam que as chibatadas (código de disciplinas) acabassem. Além dos castigos físicos, reclamavam da má alimentação e dos salários miseráveis que recebiam.
Após alguns disparos, o governo responde, depois de 4 dias, que as exigências seriam atendidas. Rapidamente, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que colocava um fim as chibatadas e perdoava os revoltosos, já que era crime contra a disciplina o motim que foi realizado.
Com isso, os marinheiros entregaram os navios aos comandantes. Porém o governo não cumpriu tudo que havia prometido: os castigos foram abolidos, mas alguns líderes da rebelião foram presos e muitos marinheiros foram expulsos da corporação militar.
Em reação, no dia 9 de dezembro, os marujos organizaram outra rebilião, mas o governo estava preparado para reagir, e o fez violentamente. Dezenas de revoltosos foram mortos e centenas foram presos e mandados para a Amazônia. Mais de 10 mil foram expulsos da marinha.
João Candido foi preso em uma masmorra da ilha de Cobras, no Rio de Janeiro, sendo julgado e absolvido em 1912, passou para a história como o Almirante Negro, que acabou com o castigo da chibata na Marinha do Brasil.
Maria Isabela M.
A Revolta da Vacina (1904), teve começo no século XX, a população do Rio de Janeiro enfrentava graves problemas sociais e de saneamento, com isso milhares de pessoas morriam em epidemias como febre amarela, peste bubônica e varíola.
Porém mesmo com essa grave situação, os governos republicanos queriam transformar o Rio de Janeiro na "capital do progresso" um cartão- postal que mostrasse ao país e ao mundo "o novo tempo" trazido pela República.
Com essa decisão tomada, as obras que seriam realizadas iria ter de ser demolidos cortiços e casebres dos bairros centrais, ou seja, quem morasse nesses locais, não teriam alternativas oferecidas pelo governo e passaram a viver em barracos nos morros do centro ou no subúrbio. Isso gerou muita insatisfação entre a população mais pobre.
O governo federal concentrou suas intenções e recursos na reforma da capital, junto com o combate às epidemias locais. Com isso o médico sanitarista Oswaldo Cruz (1872-1917), diretor da Saúde Pública, convence o presidente a tornar a vacinação obrigatória contra a varíola. Porém a população não tinha quase nenhuma informação sobre os benefícios da vacina. Para alguns a vacina em mulheres era considerada imoral, para outros, ser obrigado a tomar a vacina iria ferir a liberdade individual. Outros ainda, não sabiam que poderiam evitar a doença com a introdução do vírus no corpo da pessoa.
Esse descontentamento aconteceu no período de 10 a 15 de novembro de 1904, uma revolta popular no Rio de Janeiro. Políticos e militares de oposição, vendo a situação, tentaram derrubar Rodrigo Alves da República, mas não conseguiram. O governo dominou os revoltosos usando tropas do corpo de bombeiros e da cavalaria, com cerca de 50 mortos e mais de 100 feridos. Centenas de participantes dos conflitos foram presos e deportados para o Acre.
Revolta da Chibata (1910), teve o começo 6 anos depois da Revolta da Vacina, em 22 de novembro de 1910, houve outra outra insurreição no Rio de Janeiro: aproximadamente 2 mil membros da Marinha brasileira, liderados por João Cândido, se rebelaram contra os castigos físicos que recebiam nessa instituição, dando início a Revolta da Chibata.
A Marinha do Brasil, no início do século XX, mantinha em seu código disciplinar algumas normas que remontavam aos séculos XVII e XIX, entre eles havia a punição dos marinheiro, por faltas graves, recebiam 25 chibatadas. Essa punição humilhante era aplicada na presença dos demais companheiros, obrigados a assistir ao açoite dos faltosos.
Esse indignação das tribulações crescia. A tolerância a esses maus-tratos chegou ao limite quando um marujo do encouraçado Minas Gerais, recebeu uma punição de 250 chibatadas uma quantidade 10 vezes superior.
Quando o encouraçado chegou à baía de Guanabaram, sua tribulacão amotinou-se. Tomaram o comando primeiro de Minas Gerais, em seguida, acompanhados dos marujos dos encouraçados de São Paulo, Bahia e Deodoro, também assumiram o controle de seus respectivos navios.
Em seguida, todos apontaram os canhões para a cidade do Rio de Janeiro e mandaram um aviso ao presidente da República, explicando as razões da revolta e fazendo exigências. Queriam que as chibatadas (código de disciplinas) acabassem. Além dos castigos físicos, reclamavam da má alimentação e dos salários miseráveis que recebiam.
Após alguns disparos, o governo responde, depois de 4 dias, que as exigências seriam atendidas. Rapidamente, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que colocava um fim as chibatadas e perdoava os revoltosos, já que era crime contra a disciplina o motim que foi realizado.
Com isso, os marinheiros entregaram os navios aos comandantes. Porém o governo não cumpriu tudo que havia prometido: os castigos foram abolidos, mas alguns líderes da rebelião foram presos e muitos marinheiros foram expulsos da corporação militar.
Em reação, no dia 9 de dezembro, os marujos organizaram outra rebilião, mas o governo estava preparado para reagir, e o fez violentamente. Dezenas de revoltosos foram mortos e centenas foram presos e mandados para a Amazônia. Mais de 10 mil foram expulsos da marinha.
João Candido foi preso em uma masmorra da ilha de Cobras, no Rio de Janeiro, sendo julgado e absolvido em 1912, passou para a história como o Almirante Negro, que acabou com o castigo da chibata na Marinha do Brasil.
Maria Isabela M.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Eleições EUA entenda um pouco
Nos Estados Unidos da América o sistema de votos é feito de uma maneira bem diferente do que em nosso país que é feito em quantidade de votos do povo. Nos EUA o voto é decidido a partir de um delegado de cada estado que é votado pelo povo para representá-los na hora da escolha de seu candidato na política, no caso de candidatos a presidência, para os candidatos "dominar" um estado e trazê-lo a seu partido político e fazer com que o delegado o apoie em sua candidatura, nos EUA a estados balanciados de acordo de com um partido político que o mais define seus ideais, e os políticos visam mais os estados que apoiam seu partido político para ter mais facilidade de conseguir o apoio do povo.
No total há 538 votos eleitorais e para vencer é necessário obter mais de 270 votos.
Não há somente um delegado por cada estado, muitos estados possuem mais de 3 delegados e há estados em que há até 9 delegados e para o candidato conseguir o apoio desse estado é muito favorável para sua campanha e pode aumentar suas chances.
A seguir reflita sobre o jogo de palavras sobre o tema estudado.
Olhando para a "esquerda",
ou olhando para a "direita"
você verá apenas uma parte da colheita
você apenas verá os vermes que a espreita,
caso veja o que há a sua frente verá a sua bela colheita
texto e poema produzidos pelo aluno Mario Henrique Reghini
No total há 538 votos eleitorais e para vencer é necessário obter mais de 270 votos.
Não há somente um delegado por cada estado, muitos estados possuem mais de 3 delegados e há estados em que há até 9 delegados e para o candidato conseguir o apoio desse estado é muito favorável para sua campanha e pode aumentar suas chances.
A seguir reflita sobre o jogo de palavras sobre o tema estudado.
Olhando para a "esquerda",
ou olhando para a "direita"
você verá apenas uma parte da colheita
você apenas verá os vermes que a espreita,
caso veja o que há a sua frente verá a sua bela colheita
texto e poema produzidos pelo aluno Mario Henrique Reghini
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