sábado, 9 de março de 2013

Plagio e os Direitos Autorais


Direitos autorais é uma lei criada em 1998 que dá direito ao artista e escritor o controle de suas obras.
O que é reprodução e contrafação?
Reprodução é uma cópia autorizada, pelo autor. Contrafação é uma cópia não autorizada pelo autor, o que pode ser considerada plagio.
O que é permitido?
De acordo com o disposto no artigo 28 da Lei do Direito Autoral, cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica. E o artigo 29 dispõe que depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.
A Lei não define o que é “pequeno trecho” de uma obra, nem tampouco versa sobre porcentagem quando trata de pequeno trecho. É importante frisar que pequeno trecho é um fragmento da obra que não contempla sua substância. Pequeno trecho não se refere à extensão da reprodução, mas sim ao conteúdo reproduzido.
O que é “pirataria editorial”?
É uma editora que faz cópias não autorizadas pelo autor. Como se fosse uma editora clandestina, que da muitos prejuízos aos autores e editores.
Alunas: Jaíne Ariane Quinhone da Silva
             Nayara dos Santos G. Fernandes 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feliz dia internacional da mulher!


Dia Internacional da Mulher

nós homens somos nada sem ela
não paramos  de pensar nela
por que quando estou com ela ,fico com calor
calor mais conhecido como amor
esta pessoa é a Mulher

ela pode ser mae
ela pode ser amiga
ela pode ser colega
ela tem varias qualidades

isto faz esse dia ser tao especial
porque sem ela não estaria aqui
porque toda mulher;
tem um mistério sem igual.

Aluno: Werik de Cristo 

Aluno: Werik de Cristo


quinta-feira, 7 de março de 2013

Historinha do Mês: A Casa Queimada


Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano... Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando a deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado , porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes, Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: “Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o senhor não tem compaixão de mim?”.
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: “Vamos Rapaz?” - Ele se virou para frente para ver quem estava falando com ele, qual não foi surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: “ Vamos rapaz, nós viemos te buscar” “Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?” “Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.”
                         
MORAL DA HISTÓRIA: É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembrem-se: Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina. Para cada pensamento negativo nosso,  Deus tem uma resposta positiva pense nisso...

Historinha retirada da revista EVANGELIZE Nº 185 – MARÇO/2013
Aluno: Gabriel Fedrigo Fantin 2° B

sexta-feira, 1 de março de 2013

Poema: "O Lixo"


Na aula inaugural do projeto de contraturno turma 2013 foi feito uma encenação do poema " O lixo" de Luís Fernando Veríssimo pelos alunos João Vitor Alarcon e Larissa Guslen, após a encenação os alunos produziram um texto dando continuidade ao poema. 

Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.- No seu lixo ou no meu?

Fonte:http://portalliteral.terra.com.br/verissimo/porelemesmo/porelemesmo_lixo.shtml?porelemesmo

Continuação produzida pelos alunos do contraturno:
- No meu.
HORAS DEPOIS DURANTE O JANTAR
-Gostou do jantar? - Larissa pergunta
- Gostei. - João responde
- Só do jantar?                                                                                                         
- Não, também amei sua companhia.
- Voltando ao assunto do lixo, o que mais você concluiu sobre mim?
- Pouca coisa, e você?
- Descobri que já nos conhecíamos.
- Já? Como não me lembro de uma moça simpática como você...
- Sabe aquela garota da foto, Larissa, então, sou eu.
- Jura? Eu não sei o que falar...
- Nossa! Mudei tanto assim?
- Muito, e pra melhor!
- E agora? O que vamos fazer em relação a nós, parar ou continuar?
- Continuar claro, afinal o futuro é sempre cheio de surpresas.
Texto: Cláudia Dias
         Maynara Nicastro

Os Direitos Autorais


Os direitos autorais são resumidamente uma proteção ao autor de qualquer obra. Eles permitem que qualquer indivíduo não possa plagiar a obra sem permissão. Sendo assim a ligação direta do autor e sua obra, podendo ser: textos, livros, pinturas, esculturas, músicas, ilustrações, projetos de arquitetura, gravuras, fotografias e etc...
Os direitos autorais são divididos, para efeitos legais, em direitos morais e patrimoniais.
Direitos Morais
É o que une o autor e sua obra defendendo sua própria personalidade.
Ex: Pintores, escultores....
Direitos Patrimoniais
É aquele que permite, não somente o autor, mas também outras pessoas usufruir economicamente de sua obra.
Ex: Músicos, Artistas, Ilustradores, etc.
Fonte: http://www.ecad.org.br/
Texto: Maynara Nicastro
Rosa Mariana - 3ºA



Turma de 2013


SEJAM BEM-VINDOS ao projeto contra-turno novos alunos, que possamos fazer do contra-turno desse ano um lugar divertido e descontraído aonde possamos conhecer e fazer amizade com todos os integrantes, e o mais importante aprender e usufruir o máximo do conhecimento que nos é concedido.                     




1
Murilo Trombini
3º A
2
Larissa Cristina Guslen R. dos Santos
3º A
3
Rosa Mariana Talarico Cardoso
3º A
4
Nayara dos Santos. Garcia Fernandes
3º A
5
Claudia dos Santos
3º A
6
Maynara Peres Nicastro
3º A
7
Natan Budny Vilas Boas
3º C
8
Olivia Maria B. Moreira
3º C
9
Ramires Gabriele da C.
3º C
10
Matheus Brito Spoliante
3º C
11
Josiane da Silva Santos
3º C
12
João Vitor Alarcon
3º B
13
Eduardo Ercolin de Souza
3º D
14
Bárbara Semeão
3º D
15
Kátia Tereza Moia Lopes
3º D
16
Werik de Cristo
3º D
17
Laleska Nayara Marino
2º FD
18
Karen da Silva Reis
2º FD
19
Daniele Sena de Santos
2º FD
20
Gabriela Perucci
2º FD
21
Ana Carina Oliveira
2º FD
22
Gabriela Sarrão
2º C
23
Gabriel Fedrigo Fantin
2º C
24
Felipe Henrique Suzuki
2º C
25
Kelvin Leite Neski
2º D
26
Ellen Caroline Nicolodelli
2º D
27
Larissa Aparecida Gomes
2º D
28
Jaine Ariane Quinhone da Silva
2º D
29
Isadora Gonçalves
2º D
30
Valdemir Matheus G. S.
2º A
31
Ademir Apdo. Xavier Junior
2º A

O que são Direitos Autorais?

Basicamente, são os direitos de autoria que o autor tem sobre a sua obra. É importante pois, garante que outra pessoa não cometa plágio com a obra do autor original.
Os exemplos mais comuns, divulgados na mídia são dos artistas de obras literárias, artísticas ou científicas.
Copyright ou "©" nem sempre é o representante dos direitos autorais mas, é muito utilizado pelas empresas de sistemas operacionais destinados a computadores, tablets, celulares e afins. A  palavra é de origem inglesa que significa “direito de cópia”.
O plágio, ou o não comprimento das leis dos direitos autorais é considerado crime, com pena de detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.                                                                                                      
Fonte: http://www.institutohipnologia.com.br/
Texto: Ademir Xavier Júnior
Claudia Dias

Direitos Autorais, o que são?


São um conjunto de leis criadas para a circulação de um determinado anúncio, propaganda, etc. Pois é com esses direitos que o Artista, Autor, a recuperação do capital investido. E com isso tem a proteção de algum tipo de plagio.
Direitos Autorais são definidos pelo seguinte termo “ Todos os direitos reservados” 
Quando não é considerado um plagio?
Qualquer pessoa pode usar sua criação, desde que o nome do autor esteja creditado. Uma edição que já se encontra num determinado site pode ser utilizada em um site, mas não pode ser colocada em um livro para ser vendido.

Aluna: Kátia Tereza Moia Lopes
Fonte: http://www.brasil.gov.br/menu-de-apoio/sobre-o-site/direitos-autorais